Prezados, podem postar aqui o nome dos artigos que coces irão utilizar para fazer a síntese individual ( em casa ) e a síntese coletiva na aula do dia 06.
Grupo Toró de Miolos Artigo 01- Humanização da saúde em um serviço de emergência de um hospital público: comparação sobre representações sociais dos profissionais antes e após a capacitação. Extraído de: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232011000700043 Artigo 02- Violência institucional, autoridade médica e poder nas maternidades sob a ótica dos profissionais de saúde. Extraído de: http://www.scielo.br/pdf/csp/v29n11/15.pdf
Artigos: - Fenomenologia, humanização e promoção da saúde: uma proposta de articulação; - Gestão da humanização das práticas de saúde: o caso do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Marjory; Thayanna; Bruno; Karine; Mariana; Jéssica.
ARTIGO 01: O erro humano no cotidiano da assistência de enfermagem em terapia intensiva.
ARTIGO 02: Política de Gestão de Pessoas: Valorização, qualidade e humanização do servidor na Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna de Belém-Pa. Disponível .
Grupo Multi: Alessandra Martins, Cristiane Barbosa, Camila Batista, Daniele Almeida, Franciely Selonke, Leonardo Athayde e Thaine Garlet.
Sobre a aula do dia 13 /06 : Q.A: Quais os desafios da humanização na assistência em saúde?
Muitas vezes, pelas regras e burocracia há dificuldade do processo de comunicação. Existem dificuldades na atenção prestada por profissionais de saúde, isso pode ocorrer como resultado do sistema de saúde, onde a pessoa como sujeito de direito é cada vez mais invisível. A humanização hospitalar tem como principal característica o cuidado do ser humano e promoção da saúde entendida como bem-estar completo (físico, mental e espiritual), e tem como prioridade a beneficência que representa fazer o bem ao doente internado. A humanização requer que o profissional tenha sensibilidade no cuidado, postura e ética profissional e dignidade no atendimento. Isso envolve a autonomia do paciente em participar de decisões sobre o tratamento a ser realizado.
Grupo FOFES – Ana Clara, Dyena, Guilherme, Camila Biasi, Raiana e Katlen
GRUPO: Sorriso Maroto (Amanda de Mello, Flávia Sacchelli, Mariana Szczerepa, Káriny de Medeiros, Rafael de Almeida, Jackson Luiz, Helenice Freitas, Luiz Felipe e Thabata)
Artigo 01: ACOLHENDO O ACOLHEDOR: O CAMINHO MAIS CURTO PARA A HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
Artigo 02: HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DE SAÚDE
GRUPO: Sorriso Maroto (Amanda de Mello, Flávia Sacchelli, Mariana Szczerepa, Káriny de Medeiros, Rafael de Almeida, Jackson Luiz, Helenice Freitas, Luiz Felipe e Thabata)
SÍNTESE:
Questão – processo de humanização: dificuldades para implementação e fatores que influenciam no oferecimento de uma assistência adequada e humanizada.
Frente a algumas situações tais como, a centralidade na doença, maior número de profissionais especializados em uma determinada área e a sua estressante rotina de trabalho acarretou em um afastamento profissional-paciente. Visto que que a relação profissional-paciente é de suma importância para adesão do tratamento, devemos repensar a atuação do profissional de saúde. Este está acostumado a olhar para outros e muitas vezes relega o seu próprio cuidado, cuidar de quem cuida é condição essencial para o desenvolvimento de projetos em prol da humanização e da assistência. Se partimos de levantamentos históricos notamos que já existem ações no âmbito da humanização dentro da saúde, seja através de projetos ou planos, a preocupação se encontra na efetividade e continuidade dessas ações. Através dessa preocupação é lançada em 1999 a PNHAH- Política Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, a qual propõe um conjunto de ações integradas, que visam melhorar a qualidade e a eficácia dos serviços hoje prestados por hospitais, através de seu objetivo fundamental, o aprimoramento das relações, profissional x usuário, profissional x profissional, profissional x gestores, hospital x comunidade. O acolhimento se configura como uma das principais estratégias de humanização, sendo importante para reconfigurar o processo de trabalho em várias áreas, dentre elas nos equipamentos de saúde, além de constituir um potente disparador de mudanças, e consequentemente melhoras. Pretende otimizar o acesso dos usuários aos serviços de saúde, humanizando as relações entre os clientes interno e externo, recepcionando as demandas destes numa abordagem que contemple tanto a dimensão biológica como a psicológica, social e a cultural. E desta forma, aperfeiçoando o trabalho em equipe e aprimorando as atividades exercidas por todas as categorias. Faz se importante refletir sobre o processo de humanização, tendo-o como algo complexo e amplo e não apenas como ações pontuais, como melhorias na estrutura física dos prédios, desconexas de um processo amplo de humanização em relações institucionais. Muitos são os fatores que influenciam no oferecimento de uma assistência adequada e humanizada, como: área física inadequada, insuficiência quantitativa e baixa capacidade de recursos humanos, ausência e/ou protocolos inadequados, sucateamento de veículos de transporte, número de leitos hospitalares e gestão inadequada, aflorando na maioria das vezes como problemas emergentes. Porém a humanização no ambiente de trabalho e por consequência da assistência à saúde é uma questão de atitude de cada profissional, e o acolhimento deverá ser utilizado para desenvolver ações de promoção, prevenção e assistência e vincular o usuário ao sistema de saúde. Por fim, o processo de humanização é complexo, e, pode-se esbarrar em diversas dificuldades, como: insuficiente apoio da direção hospitalar; pouca valorização da proposta de humanização; sensibilização a partir da graduação para atuar de forma humanizada; entre outros citados anteriormente. Bem como, apresenta-se como resistência por muitos profissionais. É necessário o investimento em sensibilização e educação continuada para os trabalhadores da saúde com relação a este assunto.
O alcance da plena integralidade está muito além do ambiente profissional. Deve-se reformular o projeto político-pedagógico e reorganizar os estabelecimentos de saúde, também considera-se fundamental a importância dos programas de residência para a implementação do profissional nesse contexto e do SUS. Vale destacar também, que a importância do alinhamento do programa de residência com a IES é de caráter extremamente importante para formar estes profissionais, assim como também a persistência na tentativa de alcançar uma melhor relação multiprofissional entre os profissionais, principalmente com o corpo médico a fim de proporcionar adequado cuidado para com o paciente.
GRUPO TOPZERA: Axell, Alessandra, Carla, Fernanda, Jéssica, Pâmella e Sheyla;
Atividade: Sala de espera Relato: A entrevistada foi uma senhora que estava no espaço de espera do ambulatório. Ela relatou que reside em Carambeí e que estava ali para acompanhar o filho a uma consulta pré cirúrgica. Reclamou que estavam demorando para atender, estava cansada, pois havia saído muito cedo da sua casa. Com medo de perder a chamada para o atendimento, não quis mais conversar. Foi interessante a dinâmica, pois tivemos a oportunidade de nos colocar no lugar do outro e sentir que cada pessoa que está a procura de atendimento dentro do hospital, tem uma história e a suas particularidades. Por isso, devemos respeita-los e prestar atendimento humanizado.
Atividade Sala de Espera Eu e minha colega, Mariana, conversamos com uma senhora e um senhor, que vieram de Irati para consulta de seus filhos com o anestesista antes de procedimento cirúrgico. Ela, orgulhosamente, relatou que veio de carro e que seu filho sabia vir sem a ajuda de GPS, já o senhor, que mora em vila distante do centro da cidade, veio de ônibus, precisando sair ás 3 da manhã para que chegasse no hospital ás 7 hrs. Também comentaram que vieram preparados, pois sabiam que a consulta poderia demorar e por isso trouxeram alimentos para passar o dia, e que se preocupam pelo hospital ser muito distante de restaurantes. A atividade foi excelente para maior contato com essas pessoas que por vezes passam desapercebidas no nosso dia a dia e mesmo com tantas dificuldades conseguem enfrentá-las e buscar uma vida melhor, nos incentivando a realizar nosso trabalho da melhor forma possível.
Relato: Paciente proveniente de outra cidade. Veio de onibus exclusivo para pacientes, saiu de sua cidade por volta das 2:30 h sem nenhum acompanhante. Sai de PG deoois das 19:00 chegando em sua cidade de origem por volta das 23:00 h. No dia seguinte tem quenir trabalhar ( servidora publica, funçao : cozinheira). Mora sozinha, divorciada, tres filhos, todos casados. Segunda consulta no HU. Encaminhada para o Gastro, aguardando resposta se vai precisar de uma hemorroidectomia. Para se alimentar compra algo na lanchonete do hospital. Diz gostar do atendimento que recebe. Com essa experiencia pude reforçar a ideia de que nao devemos olhar para o paciente apenas com sua patologia, e em meio a dificuldades lutam para melhorar a saude e o minimo que podemos fazer é realizar nosso trabalho da melhor forma que pudermos. ( Káriny de Medeiros)
relato de caso sala de espera: paciente moradora de Carambeí, veio ao Hospital Regional para uma consulta de rotina, teve parto normal, não houve complicações e está animada com sua primeira filha, estava acompanhada da mãe e da bebê. Não tivemos muito tempo para conversa pois logo foi chamada. Estávamos em três residentes.
Nayara Gouvêa : rekato de sala de espera- pacientes moradoras de ponta grossa com seus rns que passaram um tempo internados na uti neonatal, relataram a demora dos atendimentos e que ja estavam até acostumadas.
Relato de caso, sala de espera: O Sr. estava aguardando nas cadeiras do ambulatório, veio acompanhar sua esposa na cirurgia. Relatou que é daqui de Ponta Grossa e que a esposa estava esperando por algum tempo essa cirurgia, disse também que aguardava no ambulatório, mas que já iria subir nas cadeiras do CC. Perguntou se eu vim consultar no ambulatorio e se eu era de Ponta Grossa, respondo que sou de Palmeira e vim consultar, me despeço e digo que vou dar uma volta. 😅
Atividade do dia 27/06/2017: Abordagem de uma senhora de aproximadamente 60 anos, que estava sentada em um banco próximo à lanchonete. Relata ter morado em Ponta Grossa anteriormente, atualmente reside em uma cidade próxima. Nessa terça, saiu de casa às 3 hrs para realizar uma consulta no hospital no período da tarde. Demonstra preocupação em relação à temperatura, afirmando que em Ponta Grossa é mais frio, e que não trouxe agasalho suficiente. Em fevereiro de 2016, fez exames para possível realização de cirurgia de mioma uterino, mas devido à pressão arterial apresentar-se elevada, a cirurgia foi adiada. O mesmo ocorreu em uma nova consulta em setembro de 2016, e agora, no dia 27 de junho de 2017, a paciente estará realizando uma nova consulta para verificar se está apta a realizar a cirurgia. Tanto os pacientes, quanto os profissionais da saúde ou de outras áreas, enfrentam desafios e dificuldades diariamente, a relação de ambas as partes deveria ser de humanização, a partir da compreensão e acolhimento. Francielly Geronimo
Conversei com um paciente que estava na entrada do hospital aguardando transporte para retornar pra sua cidade de origem. Em conversa, o mesmo relatou ter vindo para uma consulta, agendada em novembro/2016, afim de iniciar um tratamento em hérnia de disco em sua coluna, relatou sofrer fortes dores há mais de 7 anos, e já realizou uma cirurgia para o mesmo fim em Curitiba há 7 anos. No entanto, quando chegou ao consultório, o médico informou que não poderia atendê-lo pois não tinha sido ele que tinha realizado a cirurgia anterior e o paciente deveria consultar com o médico que fez a cirurgia, sendo assim, o paciente se dirigiu a saída do hospital, afim de aguardar o transporte. O paciente estava visivelmente irritado, pois aguardava a consulta há vários meses, se deslocou de sua cidade e não pode ser atendido, também informou que iria reclamar com a funcionaria que realizou o agendamento.
Alessandra Rodrigues Martins Enfermeira R1 - Saúde do Idoso
Relato de caso: Na sala de espera, conversarmos com uma mãe que trazia seu filho de um mês de vida, sendo seu primeiro retorno ao HU após o nascimento. Seu filho nasceu com 2.800 kg e se encontrava com dificuldade no ganho de peso. A mãe estava muito ansiosa com a consulta, mas elogiou o atendimento no HU. A conversa foi interrompida porque seu nome foi chamado para o atendimento.
Rafael Chicoski R1 - Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.
Atividade da sala de espera (RELATO DE CASO) Como o Rafael relatou acima, abordamos uma mãe em seu primeiro retorno médico após o nascimento do filho (há 1 mês). A mesma encontrava-se um pouco preocupada e ansiosa, pois o filho apresentava dificuldade para ganhar peso. Mesmo com a preocupação mostrou-se bastante receptiva e revelou satisfação com o tratamento encontrado, não relatando episódio de descontentamento. A conversa foi breve, pois a paciente encaminhou-se para o atendimento
Atividade: Sala de espera . Relato: No dia 27/06, o professor nos propôs realizarmos sala de espera junto aos pacientes do HURCG. Eu, juntamente com 2 colegas abordamos uma mulher jovem, proveniente de Carambeí para consulta pós parto. A paciente relatou estar muito contente com o nascimento de sua primeira filha, a qual nasceu de parto normal e ocorreu tudo bem. A conversa não se estendeu muito pois a moça foi chamada para entrar na consultório.
Conforme atividade proposta pelo professor eu e a minha dupla Brenda Cristiny Padilha realizamos escuta de duas pessoas. A Primeira uma mulher de 41 anos que precisava de transfusão sanguínea mais devido ser testemunha de jeova não aceitava. E ainda sofria de insuficiência renal. A outra pessoa uma senhora que estava internada com dificuldade para respirar adorava assistir jogo seu maior passa tempo e seu time eh Corinthians.
Residentes: Rafaela Spinardi do Amaral- Enfermeira saúde do idoso Brenda Cristiny Padilha - Enfermeira Obstetricia
Grupo Toró de Miolos
ResponderExcluirArtigo 01- Humanização da saúde em um serviço de emergência de um hospital público: comparação sobre representações sociais dos profissionais antes e após a capacitação. Extraído de: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232011000700043
Artigo 02- Violência institucional, autoridade médica e poder nas maternidades sob a ótica dos profissionais de saúde. Extraído de: http://www.scielo.br/pdf/csp/v29n11/15.pdf
Artigos:
ResponderExcluir- Fenomenologia, humanização e promoção da saúde: uma proposta de articulação;
- Gestão da humanização das práticas de saúde: o caso do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Marjory; Thayanna; Bruno; Karine; Mariana; Jéssica.
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ResponderExcluirGRUPO MULTI
ResponderExcluirARTIGO 01: O erro humano no cotidiano da assistência de enfermagem em terapia intensiva.
ARTIGO 02: Política de Gestão de Pessoas: Valorização, qualidade e humanização do servidor na Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna de Belém-Pa. Disponível .
Grupo Multi: Alessandra Martins, Cristiane Barbosa, Camila Batista, Daniele Almeida, Franciely Selonke, Leonardo Athayde e Thaine Garlet.
Sobre a aula do dia 13 /06 :
ResponderExcluirQ.A: Quais os desafios da humanização na assistência em saúde?
Muitas vezes, pelas regras e burocracia há dificuldade do processo de comunicação. Existem dificuldades na atenção prestada por profissionais de saúde, isso pode ocorrer como resultado do sistema de saúde, onde a pessoa como sujeito de direito é cada vez mais invisível. A humanização hospitalar tem como principal característica o cuidado do ser humano e promoção da saúde entendida como bem-estar completo (físico, mental e espiritual), e tem como prioridade a beneficência que representa fazer o bem ao doente internado. A humanização requer que o profissional tenha sensibilidade no cuidado, postura e ética profissional e dignidade no atendimento. Isso envolve a autonomia do paciente em participar de decisões sobre o tratamento a ser realizado.
Grupo FOFES – Ana Clara, Dyena, Guilherme, Camila Biasi, Raiana e Katlen
GRUPO: Sorriso Maroto (Amanda de Mello, Flávia Sacchelli, Mariana Szczerepa, Káriny de Medeiros, Rafael de Almeida, Jackson Luiz, Helenice Freitas, Luiz Felipe e Thabata)
ResponderExcluirArtigo 01: ACOLHENDO O ACOLHEDOR: O CAMINHO MAIS CURTO PARA A HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
Artigo 02: HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DE SAÚDE
GRUPO: Sorriso Maroto (Amanda de Mello, Flávia Sacchelli, Mariana Szczerepa, Káriny de Medeiros, Rafael de Almeida, Jackson Luiz, Helenice Freitas, Luiz Felipe e Thabata)
ResponderExcluirSÍNTESE:
Questão – processo de humanização: dificuldades para implementação e fatores que influenciam no oferecimento de uma assistência adequada e humanizada.
Frente a algumas situações tais como, a centralidade na doença, maior número de profissionais especializados em uma determinada área e a sua estressante rotina de trabalho acarretou em um afastamento profissional-paciente. Visto que que a relação profissional-paciente é de suma importância para adesão do tratamento, devemos repensar a atuação do profissional de saúde.
Este está acostumado a olhar para outros e muitas vezes relega o seu próprio cuidado, cuidar de quem cuida é condição essencial para o desenvolvimento de projetos em prol da humanização e da assistência.
Se partimos de levantamentos históricos notamos que já existem ações no âmbito da humanização dentro da saúde, seja através de projetos ou planos, a preocupação se encontra na efetividade e continuidade dessas ações. Através dessa preocupação é lançada em 1999 a PNHAH- Política Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, a qual propõe um conjunto de ações integradas, que visam melhorar a qualidade e a eficácia dos serviços hoje prestados por hospitais, através de seu objetivo fundamental, o aprimoramento das relações, profissional x usuário, profissional x profissional, profissional x gestores, hospital x comunidade.
O acolhimento se configura como uma das principais estratégias de humanização, sendo importante para reconfigurar o processo de trabalho em várias áreas, dentre elas nos equipamentos de saúde, além de constituir um potente disparador de mudanças, e consequentemente melhoras. Pretende otimizar o acesso dos usuários aos serviços de saúde, humanizando as relações entre os clientes interno e externo, recepcionando as demandas destes numa abordagem que contemple tanto a dimensão biológica como a psicológica, social e a cultural. E desta forma, aperfeiçoando o trabalho em equipe e aprimorando as atividades exercidas por todas as categorias.
Faz se importante refletir sobre o processo de humanização, tendo-o como algo complexo e amplo e não apenas como ações pontuais, como melhorias na estrutura física dos prédios, desconexas de um processo amplo de humanização em relações institucionais.
Muitos são os fatores que influenciam no oferecimento de uma assistência adequada e humanizada, como: área física inadequada, insuficiência quantitativa e baixa capacidade de recursos humanos, ausência e/ou protocolos inadequados, sucateamento de veículos de transporte, número de leitos hospitalares e gestão inadequada, aflorando na maioria das vezes como problemas emergentes. Porém a humanização no ambiente de trabalho e por consequência da assistência à saúde é uma questão de atitude de cada profissional, e o acolhimento deverá ser utilizado para desenvolver ações de promoção, prevenção e assistência e vincular o usuário ao sistema de saúde.
Por fim, o processo de humanização é complexo, e, pode-se esbarrar em diversas dificuldades, como: insuficiente apoio da direção hospitalar; pouca valorização da proposta de humanização; sensibilização a partir da graduação para atuar de forma humanizada; entre outros citados anteriormente. Bem como, apresenta-se como resistência por muitos profissionais. É necessário o investimento em sensibilização e educação continuada para os trabalhadores da saúde com relação a este assunto.
O alcance da plena integralidade está muito além do ambiente profissional. Deve-se reformular o projeto político-pedagógico e reorganizar os estabelecimentos de saúde, também considera-se fundamental a importância dos programas de residência para a implementação do profissional nesse contexto e do SUS. Vale destacar também, que a importância do alinhamento do programa de residência com a IES é de caráter extremamente importante para formar estes profissionais, assim como também a persistência na tentativa de alcançar uma melhor relação multiprofissional entre os profissionais, principalmente com o corpo médico a fim de proporcionar adequado cuidado para com o paciente.
ResponderExcluirGRUPO TOPZERA: Axell, Alessandra, Carla, Fernanda, Jéssica, Pâmella e Sheyla;
Atividade: Sala de espera
ResponderExcluirRelato: A entrevistada foi uma senhora que estava no espaço de espera do ambulatório. Ela relatou que reside em Carambeí e que estava ali para acompanhar o filho a uma consulta pré cirúrgica. Reclamou que estavam demorando para atender, estava cansada, pois havia saído muito cedo da sua casa. Com medo de perder a chamada para o atendimento, não quis mais conversar.
Foi interessante a dinâmica, pois tivemos a oportunidade de nos colocar no lugar do outro e sentir que cada pessoa que está a procura de atendimento dentro do hospital, tem uma história e a suas particularidades. Por isso, devemos respeita-los e prestar atendimento humanizado.
Atividade Sala de Espera
ResponderExcluirEu e minha colega, Mariana, conversamos com uma senhora e um senhor, que vieram de Irati para consulta de seus filhos com o anestesista antes de procedimento cirúrgico. Ela, orgulhosamente, relatou que veio de carro e que seu filho sabia vir sem a ajuda de GPS, já o senhor, que mora em vila distante do centro da cidade, veio de ônibus, precisando sair ás 3 da manhã para que chegasse no hospital ás 7 hrs.
Também comentaram que vieram preparados, pois sabiam que a consulta poderia demorar e por isso trouxeram alimentos para passar o dia, e que se preocupam pelo hospital ser muito distante de restaurantes.
A atividade foi excelente para maior contato com essas pessoas que por vezes passam desapercebidas no nosso dia a dia e mesmo com tantas dificuldades conseguem enfrentá-las e buscar uma vida melhor, nos incentivando a realizar nosso trabalho da melhor forma possível.
Relato: Paciente proveniente de outra cidade. Veio de onibus exclusivo para pacientes, saiu de sua cidade por volta das 2:30 h sem nenhum acompanhante. Sai de PG deoois das 19:00 chegando em sua cidade de origem por volta das 23:00 h. No dia seguinte tem quenir trabalhar ( servidora publica, funçao : cozinheira). Mora sozinha, divorciada, tres filhos, todos casados. Segunda consulta no HU. Encaminhada para o Gastro, aguardando resposta se vai precisar de uma hemorroidectomia. Para se alimentar compra algo na lanchonete do hospital. Diz gostar do atendimento que recebe.
ResponderExcluirCom essa experiencia pude reforçar a ideia de que nao devemos olhar para o paciente apenas com sua patologia, e em meio a dificuldades lutam para melhorar a saude e o minimo que podemos fazer é realizar nosso trabalho da melhor forma que pudermos.
( Káriny de Medeiros)
relato de caso sala de espera: paciente moradora de Carambeí, veio ao Hospital Regional para uma consulta de rotina, teve parto normal, não houve complicações e está animada com sua primeira filha, estava acompanhada da mãe e da bebê. Não tivemos muito tempo para conversa pois logo foi chamada. Estávamos em três residentes.
ResponderExcluirNayara Gouvêa : rekato de sala de espera- pacientes moradoras de ponta grossa com seus rns que passaram um tempo internados na uti neonatal, relataram a demora dos atendimentos e que ja estavam até acostumadas.
ResponderExcluirRelato de caso, sala de espera: O Sr. estava aguardando nas cadeiras do ambulatório, veio acompanhar sua esposa na cirurgia. Relatou que é daqui de Ponta Grossa e que a esposa estava esperando por algum tempo essa cirurgia, disse também que aguardava no ambulatório, mas que já iria subir nas cadeiras do CC. Perguntou se eu vim consultar no ambulatorio e se eu era de Ponta Grossa, respondo que sou de Palmeira e vim consultar, me despeço e digo que vou dar uma volta. 😅
ResponderExcluirAtividade do dia 27/06/2017: Abordagem de uma senhora de aproximadamente 60 anos, que estava sentada em um banco próximo à lanchonete. Relata ter morado em Ponta Grossa anteriormente, atualmente reside em uma cidade próxima. Nessa terça, saiu de casa às 3 hrs para realizar uma consulta no hospital no período da tarde. Demonstra preocupação em relação à temperatura, afirmando que em Ponta Grossa é mais frio, e que não trouxe agasalho suficiente. Em fevereiro de 2016, fez exames para possível realização de cirurgia de mioma uterino, mas devido à pressão arterial apresentar-se elevada, a cirurgia foi adiada. O mesmo ocorreu em uma nova consulta em setembro de 2016, e agora, no dia 27 de junho de 2017, a paciente estará realizando uma nova consulta para verificar se está apta a realizar a cirurgia.
ResponderExcluirTanto os pacientes, quanto os profissionais da saúde ou de outras áreas, enfrentam desafios e dificuldades diariamente, a relação de ambas as partes deveria ser de humanização, a partir da compreensão e acolhimento.
Francielly Geronimo
Atividade Sala de Espera.
ResponderExcluirConversei com um paciente que estava na entrada do hospital aguardando transporte para retornar pra sua cidade de origem. Em conversa, o mesmo relatou ter vindo para uma consulta, agendada em novembro/2016, afim de iniciar um tratamento em hérnia de disco em sua coluna, relatou sofrer fortes dores há mais de 7 anos, e já realizou uma cirurgia para o mesmo fim em Curitiba há 7 anos. No entanto, quando chegou ao consultório, o médico informou que não poderia atendê-lo pois não tinha sido ele que tinha realizado a cirurgia anterior e o paciente deveria consultar com o médico que fez a cirurgia, sendo assim, o paciente se dirigiu a saída do hospital, afim de aguardar o transporte. O paciente estava visivelmente irritado, pois aguardava a consulta há vários meses, se deslocou de sua cidade e não pode ser atendido, também informou que iria reclamar com a funcionaria que realizou o agendamento.
Alessandra Rodrigues Martins
Enfermeira R1 - Saúde do Idoso
Relato de caso:
ResponderExcluirNa sala de espera, conversarmos com uma mãe que trazia seu filho de um mês de vida, sendo seu primeiro retorno ao HU após o nascimento. Seu filho nasceu com 2.800 kg e se encontrava com dificuldade no ganho de peso. A mãe estava muito ansiosa com a consulta, mas elogiou o atendimento no HU. A conversa foi interrompida porque seu nome foi chamado para o atendimento.
Rafael Chicoski
R1 - Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.
Atividade da sala de espera (RELATO DE CASO)
ResponderExcluirComo o Rafael relatou acima, abordamos uma mãe em seu primeiro retorno médico após o nascimento do filho (há 1 mês). A mesma encontrava-se um pouco preocupada e ansiosa, pois o filho apresentava dificuldade para ganhar peso. Mesmo com a preocupação mostrou-se bastante receptiva e revelou satisfação com o tratamento encontrado, não relatando episódio de descontentamento. A conversa foi breve, pois a paciente encaminhou-se para o atendimento
Atividade: Sala de espera . Relato: No dia 27/06, o professor nos propôs realizarmos sala de espera junto aos pacientes do HURCG. Eu, juntamente com 2 colegas abordamos uma mulher jovem, proveniente de Carambeí para consulta pós parto. A paciente relatou estar muito contente com o nascimento de sua primeira filha, a qual nasceu de parto normal e ocorreu tudo bem. A conversa não se estendeu muito pois a moça foi chamada para entrar na consultório.
ResponderExcluirPamella Françóia- R1 Intensivismo (Análises Clínicas)
SALA DE ESPERA
ResponderExcluirConforme atividade proposta pelo professor eu e a minha dupla Brenda Cristiny Padilha realizamos escuta de duas pessoas. A Primeira uma mulher de 41 anos que precisava de transfusão sanguínea mais devido ser testemunha de jeova não aceitava. E ainda sofria de insuficiência renal.
A outra pessoa uma senhora que estava internada com dificuldade para respirar adorava assistir jogo seu maior passa tempo e seu time eh Corinthians.
Residentes: Rafaela Spinardi do Amaral- Enfermeira saúde do idoso
Brenda Cristiny Padilha - Enfermeira Obstetricia