A Vigilância em Saúde trata-se de um meio pelo qual se investiga as condições de saúde de uma dada população. Ela e composta pela vigilância epidemiológica.
A aula demonstrou que cada pessoa tem um modo de pensar e considerar o que é mais importante sobre criticas. As concepções embora divergente entre indivíduos tendem a enquadrar o ‘cuidado’ como o ponto mais importante. Entretanto, não existe uma verdade absoluta, ou seja, tudo depende do ponto de vista e situação.
Grupo Topzera ( Axell, Carla, Fernanda, Jessica, Pamella e Sheyla)
Na área da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
Na saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Tipos de vigilância: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador. Nayara Gouvêa - R1 odontologia neonatal
A vigilância em saúde opera na prevenção e promoção da saúde. Ela avalia continuamente a situação de saúde da população para criação de planejamentos baseados nas reais necessidades da coletividade. Sabrina Brigola - R1 Odontologia/ Intensivismo
A aula do dia 09 de maio de 2017, proporcionou a abordagem do feedback de críticas, sendo enfatizado por meio do questionário aplicado individual e posteriormente em grupo, que cada indivíduo possui opiniões diferentes. Entretanto, como ponto em comum, encontrou-se o termo "cuidado" como o primeiro item a ser considerado no momento de realizar críticas. Apesar das diferentes opiniões sobre o que seria mais importante em relação as críticas, observou-se como reflexão final que nenhum item é mais importante do que o outro, mas, que se complementam e são essenciais para a realização de críticas construtivas (Grupo RR - Resistência e Residência: Marjory; Thayanna; Bruno; Karine; Jéssica; Mariana).
A vigilância em saúde está relacionada as ações de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Também integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. Franciely Costa Selonke R1 Farmácia - Saúde do Idoso
Vigilância em Saúde é uma maneira de observação contínua das condições de saúde da população, ou seja, leva em conta a promoção da saúde e a prevenção de doenças. A Vigilância em Saúde se divide em: vigilância epidemiológica, sanitária, entre outras.
A respeito da aula anterior, pudemos observar o quanto a discussão sobre cada item (enquanto grupo) teve mais relevância que enquadrá-los em alguma ordem em si (enquanto indivíduos). Todos os itens tinham sua importância, porém o que ganhou destaque dentro do grupo foi o "Cuidado". Um ponto importante levantado entre as discussões foi de que todos os itens são passos para uma boa comunicação, importando a ordem de aplicabilidade e sua relevância dentro do contexto.
Grupo FOFES (Sabrina, Dyena, Guilherme, Ana Clara, Thiane, Camila Biasi, Raiana e Katlen).
A vigilância em saúde está relacionada com a observação e análise permanentes da situação de saúde da população de um determinado território, por meio de ações destinadas a controlar riscos e danos à saúde, garantindo assim a integralidade da atenção, tanto de maneira individual como coletiva. Nelcimara L. Marafon Fisioterapia - R1 Saúde do Idoso
Na primeira aula (09/05), realizamos uma atividade em que pontuamos em ordem crescente os critérios de como fazer e receber críticas. Com a atividade observamos as diferentes opiniões, porém entre todos os critérios, a maioria dos grupos destacaram o cuidado como o critério de maior importância. Concluímos que é de extrema importância saber fazer e receber críticas, pois contribui para uma boa relação entre os profissionais, para o trabalho em equipe e principalmente para o acompanhamento do crescimento pessoal. Grupo: Brenda, Fernanda, Francielly, Nelcimara, Niege e Rafaela.
A vigilância em saúde se caracteriza no processo de observação contínua de eventos relacionados à saúde. Isto contribui fundamentalmente na forma de pensar e planejar Saúde Pública no país, desde a promoção da saúde. Amanda de Mello Silva R1 - Serviço Social - neonatologia
A Vigilância em Saúde tem como objetivo a análise permanente da situação de saúde da população, articulando-se num conjunto de ações que se destinam a controlar, riscos e danos à saúde da população , garantindo a integralidade da atenção, o que inclui tanto a abordagem individual como coletiva dos problemas de saúde. Luana Voinaroski Fisioterapia-R1 Reabilitação
Na aula anterior (09/05/2017) foi entregue uma folha para cada residente, a qual apresentava itens a serem pensador para elaboração de uma crítica. Neste sentido, deveria ser enumerado por ordem crescente o nível de importância de cada item. Após este processo, foram contabilizadas as respostas de todos. Em seguida a turma foi dividida pelos grupos diversidades e a lista foi refeita com base na discussão do grupo. Para discussão do grupo maior foram eleitos um representante de cada grupo para discutir as respostas dadas pelos grupos. Por meio da discussão foi possível perceber que o primeiro ponto a ser pensado para a realização de uma crítica é o cuidado, pois a partir do cuidado os demais poderão ser pensados, como a oportunidade, objetividade, entre outros. Sendo que todos devem ser pensados, não de forma cronológica, mas de forma a abranger todas elas, para que o processo de crítica se torne algo construtivo. Grupo Sorriso Maroto: Amanda Mello, Flávia Sacchelli, Helenice Freitas, Jackson Fialkoski, Káriny Medeiros, Luiz Felipe Guzzoni, Mariana Szczerepa, Thabata Nicolaio e Rafael Chikoski.
É um estudo epidemiológico de uma enfermidade, considerada como um processo dinâmico que abrange a ecologia dos agentes infecciosos, o hospedeiro, os reservatórios e vetores, assim como os complexos mecanismos que intervêm na propagação da infecção e a extensão com que essa disseminação ocorre. É composta por: - Vigilância de doenças transmissíveis - Vigilância de doenças e agravos não transmissíveis e seus fatores de riscos - Vigilância ambiental em saúde - Vigilância da situação de saúde - Vigilância sanitária Mariana Vettorazzi - R1 Farmácia intensivismo
A vigilância em saúde relaciona-se com programa de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e práticas adotadas para prevenção de doenças. Ela busca integrar política de planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e processo de trabalho, destinando-se assim a controlar determinantes , risco e danos a saúde de populações que vivem em determinados territórios, garantindo a integralidade da atenção, abordando individualmente e coletivamente os problemas de saúde. Ela divide-se entre epidemiologia, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
O objetivo da vigilância em saúde é eliminar, diminuir e prevenir riscos à saúde. Na aula foi discutido maneiras de como realizar críticas, pontos mais importantes e menos. Niege
A Vigilância em Saúde compreende as práticas voltadas à atenção e promoção da saúde da população, através de medidas de prevenção de doenças e agravos, garantindo a integralidade do cuidado. Aula do dia 09/05: Realizou-se a execução do exercício sobre “Como fazer e receber críticas”, a partir dos 10 critérios estabelecidos, foi possível concluir que não existe uma ordem exata para se realizar a crítica, embora a maioria das pessoas tenha um ponto de vista semelhante, acaba-se colocando o Cuidado e a Atenção como prioridade. Todos os pontos discutidos são importantes durante o momento de “receber” e ”fazer crítica”, e podem ser utilizados em uma sequência conforme necessidade e situação. Francielly Geronimo R1 Intensivismo Farmácia/Análises Clínicas
Vigilância em saúde está relacionada com a promoção e prevenção de doenças, além disso ela caracteriza pela observação contínua das condições de saúde dá população. Rafaela Spinardi do Amaral R1 enfermagem saúde do idoso
Aula 09/05 - Quais os passos necessários para efetuar uma crítica construtiva foram discutidos em aula, sendo ordenados não apenas quanto à importância mas também levando em consideração a sequência lógica para a realização da crítica. O grupo concorda que é necessário cuidado para definição da ação a ser criticada, visando correção ou melhoria.
Grupo Toró de Miolos - Diego de Lima, Fernanda Teleginski, Isabela de Paula, Isabella do Vale, Luana Voinaroski, Mariana Vettorazzi, Marilúcia Aguiar e Nayara Gouvêa.
Aula 16/05 - Após discussão de 4 episódios de queixas de pacientes a ouvidorias de hospitais , identifica-se que estes são resultado de deficiências na gestão, assistência e humanização. É necessária a comprovação de necessidade de maiores recursos humanos e financeiros e boa gestão destes, além de qualificação profissional, motivação da equipe e práticas de sensibilização. Estas medidas possibilitam que a equipe execute atendimento integral e humanizado à população, de acordo com os princípios basilares do SUS.
Grupo Toró de Miolos - Diego de Lima, Fernanda Teleginski, Isabela de Paula, Isabella do Vale, Luana Voinaroski, Mariana Vettorazzi, Marilúcia Aguiar e Nayara Gouvêa.
Entendemos por vigilância em saúde um conjunto de ações que envole a promoção e atenção a saúde e a prevenção de doenças. Integra diversas áreas de conhecimentos desde a territorialização até o processo saúde doença. Divide-se em vigilância epidemiológica, vigilância sanitária e vigilância ambiental cada uma voltada para uma área mais especifica. Aula do dia 09/05: Como fazer e receber críticas. Fazer uma crítica é uma das ferramentas para o crescimentos pessoal se for realizada de forma clara e objetiva. No contexto, nosso grupo acredita que um dos principais critérios para a realização de uma crítica ou feedback e encontrar a melhor oportunidade para fazê-la e ter cuidado com a forma a ser esplanada a informação. Caso a pessoa não esteja receptiva a ouvir, quem faz a critica apenas perderá tempo falando. Pensamos que a o receptor deve estar disposto a ouvir e ter oportunidades para mudar além de receber sugestões de como fazê-lo. Não devemos abordar situações que não são do controle da pessoa. Ao se dar um feedback o uso das palavras deve ser cauteloso na intenção de dar suporte à mudançãs e não apenas reclamar o erro. Ao mesmo tempo, quem critica deve ser bom ouvinte ao nosso ponto de vista. Aula de 16/05: Nos foi apresentado 4 situações reclamadas à ouvidoria da secretaria de saúde do município de Ponta Grosa, situações essas ocorridas em maternidades da região. Após discussão de todos os casos levantamos os principais problemas observados, dentre eles podemos citar a ausência de médico para atendimento das gestantes que aguardavam consulta; demora no atendimento das mesmas; morosidade para a realização de procedimentos considerados urgentes; falta de conhecimento técnico dos profissionais; negligência; dimensionamento errado dos profissionais da enfermagem; falta de humanização; falta de ética e respeito. Pudemos categorizar esses problemas em: Humanização, assistência e gestão. Algumas hipóteses levantadas para tais problemas foram a falta de verba, incompetência gestora, falta de qualificação dos profissionais, desorganização do trabalho, falta de integração entre gestão e funcionários, falta de ética e empatia e falta de respnsabilidade. Possíveis soluções foram sugeridas: - contratação de mais profissionais; - qualificação dos profissionais atuantes; - advertência e punição dos profissionais não comprometidos; - gestão mais participativa; - execução da PNH; - implementação da estratificação de risco para consultas; - acolhimento sem julgamento moral; - maior controle social; - dimensionamento adequado de profissionais conforme a resolução do COFEN 543/2017; O grupo concorda que todas essas melhorias devem ser implementadas em todos os níveis de atenção a saúde segundo os princípios d SUS e a PNH.
Grupo Sorriso Maroto: Thabata Nicolaio, Mariana Szczerepa, Káriny de Medeiros, Amanda Mello, Flávia Sacchelli, Rafael Chicoski, Luiz Felipe, Jackson Fialkoski
A partir da leitura das quatro situações problema na área materno-infantil realizada na aula do dia 16/05/17, nosso grupo diversidade identificou os problemas gerais e os categorizou em problemas de gestão, de humanização e de assistência, encontrando hipóteses para resolução dos problemas: 1 – Gestão: falta de dimensionamento e contratação e recursos humanos insuficientes, onde a resolução se daria por meio de acompanhamento dos casos pela direção do hospital, contratação de profissionais e dimensionamento conforme a legislação. 2 – Humanização: falta de ética, postura profissional, respeito e educação, onde a solução seria seguir a legislação, sensibilização da equipe para cultura do atendimento, acolhimento, capacitação da equipe, protocolos de atendimento e avaliação de risco. 3 – Assistência: falta de capacitação, organização, sobrecarga de trabalho e alta demanda, onde a solução seria a realização de capacitações para a equipe e o dimensionamento dos profissionais conforme a legislação. Grupo FOFES (Sabrina, Dyena, Guilherme, Ana Clara, Camila Biasi, Raiana e Katlen)
A vigilância em saúde se caracteriza por práticas que englobam a promoção, prevenção e atenção à saúde, integrando áreas distintas a fim de garantir a integralidade do cuidado à população. Ana Clara Daros Massarollo - Fisioterapeuta R1 do programa em Neonatologia
A vigilância em saúde é um conjunto de ações de promoção e prevenção, com o objetivo de controlar riscos e danos à saúde, fazem parte a vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e saúde do trabalhador.
Na segunda aula (16/05) iniciamos a aula com a leitura 5 assuntos de um hospital que foram encaminhados para a ouvidoria de Ponta Grossa, em seguida identificamos as categorias dos problemas, sendo a assistência, gestão e humanização. Assistência: Definimos como problemas a negligência, imprudência, falta de atendimento e a dispensação dos pacientes sem orientações necessárias.A solução foi a oferta de capacitação profissional por meio de cursos e educação continuada, implantação de protocolos ou a supervisão de sua aplicação, a integração da equipe e o registro dos atendimentos e procedimentos realizados. Humanização: Definimos como problemas a falta de acolhimento, ética, comprometimento e injúria, entre as hipóteses, a não realização das escalas conforme o risco, a falta de empatia e a não escuta qualificada e humanizada ao paciente. A solução foi a sensibilização dos profissionais usando como foco a empatia. Gestão: Definimos como problemas o numero de profissionais, a má gestão. A solução foi a melhoria nos recursos, realização de ações diante das reclamações e a facilitação da comunicação entre profissional e gestor. Residentes: Brenda, Rafaela, Nelcimara, Niege, Fernanda e Francielly.
No dia 16/05 , cujo tema da aula foi Possibilidade de Intervenção em Território, tivemos como proposta identificar as categorias dos problemas encontrados na leitura de 5 quatro casos em hospitais. Todas pacientes eram gestantes e todas relataram algum tipo de problema na ouvidoria. Categorizamos os principais problemas em: Assistência (sobrecarga de trabalho, falta de protocolo para condutas e falta de capacitação); Humanização (cultura do hospital, não comprometimento com a resolutividade, falta de tratamento integral, comprometimento e ética); e por fim a Gestão (falta de recursos financeiros, estrutura, má gerenciamento da escala). Como solução destes problemas, apontamos para: Assistência (implementar protocolos, treinar e capacitar os colaboradores, diminuir carga horária); Humanização (sensibilizar a equipe, educação continuada e maior valorização do profissional); e Gestão (negociar aumento da verba, capacitação de gestores, fazer parte da conferência e conselho de saúde).
HIPOCRATES - (FILME) Hipocrates retrata a história do jovem Benjamin Barois filho de chefe de hospital, ingressa para o programa de estágio em medicina com um parceiro chamado Abdel considerado mais experiente que ele, sua responsabilidade começa a pesar sobre seus ombros a medida que o amigo se torna seu estagiário injustamente e a partir daí o mesmo ajuda o amigo a refletir sobre o sistema em que os médicos estão condicionados a trabalhar. O filme se passa em um hospital parisiense abordando a dificuldade encontrada para se trabalhar em hospitais públicos devido a estrutura e sobrecarga de trabalho e burocracia encontrada. Residente Nayara Gouvêa – odontologia neonatal
Vigilância em saúde remete a palavra vigiar, estar atento, atentar, procurar, cuidar, precaver. Está relacionada a saúde/doença presentes em cada lugar e em cada época. Assim, consequentemente, as praticas adotadas para tentar impedir a disseminação das doenças e praticas voltadas ao doente. Camila Batista Woicizack - Enfermagem - Saúde do Idoso
Análise do filme Hipócrates – Houve pouca identificação pessoal com o filme. O principal ponto de identificação foi a união dos residentes, onde juntos conseguem alcançar seus objetivos. O personagem principal, após algumas atitudes erradas, percebe que sempre deve ser feito o melhor pelo paciente, ponto que amadurecemos dia-a-dia na vivência da prática após cada erro. Ana Clara Daros Massarollo - R1 Neonatologia - Fisioterapia
No dia 16/05 , o tema da aula foi Possibilidade de Intervenção em Território. Foi realizada a leitura de quatro casos de gestantes, em que elas relataram alguns problemas que encontraram durante uma busca de atendimento médico. As categorias encontradas foram: Acolhimento: onde foram encontrados casos de descaso as pacientes, falta de respeito e comprometimento com o mesmo. Humanização: havendo alguns profissionais com abuso de autoridade (superioridade), mal atendimento. Assistência: falta de profissionais, negligência (erros médicos e da equipe). Gestão: falta de profissionais.
No filme Hipocrátes pode se ver as dificuldades que o residente encontra. Os dificeis primeiros dias da residência em que tudo é novo. Novos desafios, aprendizados, novas pessoas, em que é preciso se adaptar com novas experiências. As dificuldades encontradas em um hospital, a sobrecarga das atividades realizadas e o aumento de responsabilidade.
Análise do filme Hipócrates. As inseguranças e dificuldades são as principais barreiras que um residente encontra no ambiente hospitalar. É necessário muita persistência, resiliência, estudo e responsabilidade para superar esses desafios.
Análise do filme Hipócrates: Benjamin inicia sua residência no mesmo hospital onde seu pai trabalha, ele tem que acompanhar um novo residente, mais velho e mais experiente. No filme mostra a dificuldade do residente ao se fazer parte do hospital, mostrando a diferença entre a teoria e a pratica. Nós,como residentes do HURCG, também passamos por dificuldades de interação com a equipe, com o tempo essas dificuldades vão passando conforme mostramos nosso compromisso e responsabilidade com o trabalho realizado. Katlen Koslovski - R1 intensivismo - Assistente Social
O filme Hippocrate, relata a dificuldade de um residente quando começa a trabalhar, toda a insegurança, dificuldade de relacionamento inicial com a equipe, com o decorrer dos dias, ele começa a aprender a tratar os pacientes com humanização, se une com os técnicos e enfermeiros além de todos os residentes, e isso lhe dá força para crescer profissionalmente e pessoalmente.
Análise do filme Hipócrates: O filme francês traz a reflexão sobre os sistemas de saúde, públicos ou privados, que trabalham com escassez de recursos e acabam por tornar o s profissionais vulneráveis a erros, e porque não, induzi-los indiretamente a serem negligentes. A curva de aprendizado de um profissional residente, pode leva-lo a submissão e a omissão de pessoas e fatos do cotidiano , indo contra seus ideais. O filme traz a realidade sobre a formação dos profissionais de saúde; tecnicista, que acabam por ignorar as relações humanas e a empatia simplesmente não existe. Rafael de Almeida Chicoski - R1 Cirurgia e Traumatologia BucoMaxiloFacial
Filme Hippocrate. O personagem Benjamin (23 anos) é um médico recém-formado, que inicia sua residência em um hospital de Paris, o mesmo que seu pai trabalha. Por ser iniciante em sua profissão, o residente precisará enfrentar seus medos, angústias e novos desafios. O filme realça as questões relacionadas à fase de aprendizado, na qual os residentes aprendem na prática, sendo comum o cometimento de alguns erros, o sentimento de incerteza, de culpa, de envolvimento emocional com os pacientes. Encontra-se a dificuldade de divisão de plantões, do cansaço do cotidiano, da responsabilidade assumida, e também dos momentos necessários para extravasar os sentimentos conflitantes do dia-a-dia. Ou seja, o filme mostra os sentimentos e as vivências dos residentes, que já possuem tantas responsabilidades, mas, ainda se encontram em fase de aprendizado. Assistindo o filme foi possível identificar e relacionar aspectos semelhantes com a residência no HURCG, como por exemplo, inicialmente, dificuldades de se integrar em uma equipe já constituída, as dúvidas e incertezas no momentos de colocar em prática os conhecimentos teóricos, a responsabilidade assumida, entre outros aspectos. Marjory Furlan Rueda - R1 - Assistente Social/Programa de Reabilitação.
Análise do filme Hipócrates (2014) O filme retrata bem a vida de um residente, onde sempre se busca o aprendizado, mas se depara com a insegurança de um ambiente novo, com pessoas desconhecidas, permeado de burocracia. É um período onde se quer ter certezas, mas acaba cheio de dúvidas. É um divisor de águas que leva ao crescimento, onde você aprende a conviver com outros profissionais, a trocar conhecimentos em busca de um atendimento humanizado, para que no final da residência você seja não só um bom profissional, como também um bom ser humano.
Helenice Freitas R1 Enfermeira - Residente em Neonatologia
Filme Hipócrates O filme fala sobre um jovem, Benjamin, que inicia a residência em medicina. Houve identificação com algumas coisas que o filme mostrou, principalmente as dificuldades encontradas pelo residente, principalmente no início onde tudo é novo, o ambiente, a dificuldade em se relacionar com as pessoas, a dificuldade pessoal em assumir uma responsabilidade tão grande que é cuidar de uma vida, o medo de cometer erros, e assim ir amadurecendo e melhorando a cada dia.
Mariana S. Vieira - Fisioterapeuta Residente em Neonatologia
O filme buscou retratar sobre a vida de um residente em medicina, filho de um dos médicos do hospital! A história tem como meta apresentar as dificuldades pessoais e profissionais que o residente se depara nessa nova jornada que é trabalhar com vidas. Tendo que saber lidar com os valores pessoais, a ética profissional, as condições de trabalho, o sistema do país, entre outros fatores que os profissionais se deparam ao longo da trajetória profissional, esse caminho que por um lado perpassa a vida do paciente, a sua dignidade, os seus direitos, por outro toda a ideologia proveniente de um país capitalista.
O filme retrata o cotidiano de um jovem residente de medicina (Benjamin), que trabalha no mesmo hospital que seu pai, um professor e médico renomado. Benjamin chega à residência com excessiva empolgação, no entanto, se depara com diversos desafios, podendo citar, a dificuldade do trabalho em uma equipe nova, precarização de meios para trabalho, inicialização em procedimentos, falta de humanização, entre outros. O filme retrata vários pontos importantes, como a automatização do cuidado ao paciente, ou seja, os profissionais aparecem, na maioria das vezes, preenchendo papéis, realizando os procedimentos de forma automática, sem sequer explicar ao paciente o procedimento, conversar sobre. Isto fica evidente quando há uma senhora internada sendo cuidada pelo médico estrangeiro Abdel, pois esta o elogiava e gostava de ser cuidada por ele. Outros pontos são importantes citar como a precarização do atendimento hospitalar, evidente na ausência de exames importantes, na tomada de decisões da vida do paciente, vezes desumanas por falta de recursos hospitalares, na improvisação de materiais diante da precarização, visando melhor atendimento dos pacientes, no entanto, o correto seria o hospital possuir capacidade para atender integralmente o paciente em suas necessidades; o encobrimento de Benjamin por seu pai para manter o nome da família e do hospital; péssimos hábitos de saúde dos médicos (tabaco e álcool); luta por melhoras (greve dos funcionários); embate entre a legislação e os desejos do paciente (até quando se deve prolongar o sofrimento humano?); e a ocorrência de tragédia de alguém visado para viabilizar mudanças. É possível relacionar alguns pontos com o HURCG, pois nosso cotidiano é repleto de desafios e novidades. Bem como, muitas vezes nos deparamos com dificuldades de trabalho em equipe, profissionais trabalhando no “automático”, ausência de matérias para realização de procedimentos, entre outros. Amanda de Mello Silva - Residente de Serviço Social em neonatologia.
Um estudante de medicina Benjamin, começa um estágio de seis meses na enfermaria administrada por seu pai, Barois. Ligeiramente instável quando se trata de procedimentos reais, Benjamin aprende as coisas da maneira mais difícil, cuidar de pacientes idosos em seus últimos momentos, enquanto festeja calorosamente com os outros residentes em refeições barulhentas e um tanto quanto festivas. Mas a educação de Benjamin rapidamente toma uma reviravolta quando um alcoólatra morre sob sua orientação, principalmente devido à sua incompetência e inexperiência. Seu pai encobre o caso, permitindo Benjamin fugir com um assassinato, embora nenhuma das enfermeiras e médicos o vêem dessa forma; todos acham aquilo como algo normal, exceto Abdel, um médico argelino experiente forçado a trabalhar como residente por causa de seu status de imigrante. Abdel entende o hospital como um lugar onde o se preocupam em salvar vidas independente de quão custoso seja um leito, ou equipamentos, pois a vida é mais importante. O roteiro oferece uma visão de cima para baixo do sistema de saúde pública francês, revelando uma instituição desintegrada atolada por cortes orçamentários, escassez de suprimentos e severa falta de pessoal. Mas, acima de tudo, são os próprios médicos que parecem ter perdido toda a fé em sua profissão, ao enfrentarem turnos de 48 horas com salários extremamente baixos - embora mostrem uma certa solidariedade com seus colegas praticantes - até que o enredo engrossasse ainda mais. No terceiro ato, colocando Benjamin e Abdel em uma situação que pode acabar com suas carreiras para o bem. Abdel, retratando um homem cujo profissionalismo e humanidade são constantemente frustrados pelos outros membros da equipe, rouba a cena no filme especialmente quando todos acham que tem que seguir protocolos e tratar o paciente como um número e ele não o faz, se importa com o paciente e pensa no que é melhor para o mesmo. O filme finalmente revela como Abdel pode ser a única verdadeira esperança de que o espírito hipocrático seja levado a cabo na França, sublinhando o quanto os estrangeiros contribuem para um campo que tanto os acolhe e rejeitam ao mesmo tempo.
Minha análise sobre o filme Hippocrates: várias foram situações em que consegui me identificar ao personagem principal. Algumas delas descrevo abaixo. Logo de início o Benjamin é jogado em um mundo completamente diferente e com uma rotina na qual ele teve que se adaptar por si só. Segunda questão foi ele notar que se tornou profissional, independentemente de quando adquiriu o diploma, no momento em que se dedicou a um atendimento ético e consciente. Terceira situação foi o impacto que causa o primeiro óbito de paciente a que nos dedicamos.
O filme Hippocrates retrata a realidade de um residente de medicina em um hospital da França destacando principalmente uma discussão ética sobre os tratamentos clínicos dispensados aos pacientes e a assistência de saúde prestadas aos mesmos. Destaca-se a falta de sensibilidade da equipe aos pacientes terminais, discute-se quando realizar ou não a ressucitação cardíaca e questões do código de ética profissional. Como residente identifiquei questões como chegar num setor e ficar completamente perdido, realizar condutas que apesar de já ser formado não estar confortável ainda para realizá- las é a percepção que entramos num sistema que nos mostra o quanto somos impotentes para mudá-lo sozinhos. No final do filme o residente muda de institução porém petcebe-se que a cultura será a mesma.
A experiencia de Beijamin como novo residente no hospital coordenado pelo seu pai, não foi uma realidade que ele esperava encontrar. Mesmo em um país desenvolvido encontra-se muita precariedade no sistema de saúde, falta de equipamentos, profissionais desqualificados e grande demanda de serviço, algo comum também em nosso país. Nós como residentes que procuramos a qualificação, mesmo com grandes dificuldades do trabalho e com a demanda de serviços , algumas vezes com falta de materiais para trabalho, devemos nos qualificar e implantar novas ideias para nosso setor visando sempre o paciente para que seja tratado de melhor forma possível e que sua qualidade de vida seja recuperada, com isso todos os profissionais envolvidos devem estar devem estar comprometidos no cuidado dos pacientes. A educação continua também deve ser priorizada dentre os setores de saúde.
O filme mostra a vivência dos residentes de em um hospital escasso de recursos (material, pessoal). Com o foco no residente Benjamin, o qual comete um erro pela falta de atenção e material, com consequente óbito de um paciente, sendo coberto pela negligência da equipe do hospital. Observei em muitos momentos além negligência dos profissionais envolvidos, a falta da humanização no atendimento aos idosos, principalmente a um paciente em cuidados paliativos. Sendo assim é de extrema importância a responsabilidade, atenção, humanização, comprometimento e ética com os pacientes e profissionais. Enfermeira Residente Brenda
O filme relata a história de Benjamin, que ao entrar em um programa de residência do hospital acaba por se desiludir com a realidade que encontra. Muitos fatos que ocorrem no filme são vivenciados por nós residentes, que ao ingressar na rotina do hospital encontram problemas, déficits do programa e estrutura do hospital e se veem obrigados a encontrar um meio de conseguir desenvolver a sua função da maneira mais humana possível com o que tem, e isso acaba por gerar uma frustração. Muitas vezes vamos errar, e se ocorrer temos que fazer dele um acerto no futuro.
A vigilância em saúde consiste em ações direcionadas ao controle da politica de saúde, na prevenção e promoção desta, bem como no controle da saúde da população em geral. A vigilância pode ser epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador. Fernanda Mendes de Souza - Saúde do Idoso.
Análise do filme 'Hipocrates': a trajetória da residência de Benjamin é marcada por acontecimentos que requerem ética profissional, resiliência com a equipe e também atendimento humanitário. A realidade do filme é distante da nossa realidade de residentes, porém a permanente busca pelos atos éticos e humanitários deve ser um objetivo contínuo de todos os residentes e profissionais da saúde. Thaine Cristina Garlet - Residente de Intensivismo (Fisioterapia)
O filme retrata a vida de um residente de medicina, que passa por dificuldades em ser acolhido no ambiente hospitalar, devido ser filho de um médico experiente. O residente que se chama Benjamin, passa por situações que o desafiam, tornando a experiência da residência ainda mais difícil. O filme pode ser Relacionando com a experiência que vivemos como residentes dentro do hospital, pois enfrentamos o desafio que é a adaptação numa nova realidade enquanto profissionais que visam um atendimento de qualidade e que devem priorizar um atendimento multiprofissional, muitas vezes enfrentando pressões externas e internas.
O tema da aula do dia 16 de maio foi" Possibilidade de Intervenção em Território", nesta ocasião o professor sugeriu que o grupo de dividisse em equipes, e cada equipe recebeu uma folha contendo 4 ocasiões de denuncia realizadas por usuários do sistema de saúde. O presente grupo realizou a leitura e foram listados categorias as quais foram: Ética- negligência, falsificação de dados e preconceito.; Assistência- Falta de médico, sobrecarga de trabalho,abuso de autoridade, demora no atendimento; Humanização- Iatrogenia, demora no atendimento; Gestão: Falta de estrutura. Após feita a listagem dos problemas e suas categorias, foi orientado as equipes a realizar a organização destes de acordo com as hipóteses que levam ao problema e por fim, listar as possíveis soluções para a assistência-Gestão e Humanização.
Residentes: Sheyla, Pamella, Axell, Carla, Jéssica T., Fernanda S e Alessandra.
O filme “Hipócrates” é centrado no jovem médico recém formado Benjamin, filho de um dos diretores e médico mais respeitado do hospital. A história acontece durante a residência do jovem durante seis meses, que se depara com dificuldades e medos de inicio de carreira. Com o passar dos dias Benjamin acaba agindo com negligência, o que resulta na morte de um paciente, que mais tarde é acobertado pelo pai. Ao mesmo tempo, tem outro personagem, chamado Abdel, também residente,que diferente do privilegiado Benjamin, procura atuar sempre dentro da ética. No filme são abordados assuntos como negligência, eutanásia, problemas de gestão, ética e até questões raciais. No fim o personagem principal muda de instituição porém apesar do lugar não ser o mesmo, o ambiente continua igual, a cultura continua igual, onde existem muitos que não fazem jus ao juramento de Hipócrates. Penso que problemas relacionados a ética/falta de ética,e favorecimento político são problemas presentes em todo o mundo, visto que o ser humano é um ser suscetível a corrupção e infelizmente não somente nós profissionais, mas o sistema e os usuários saem perdendo. Penso que o que salva isso tudo são aqueles que assim como Abdel tentam trabalhar com o máximo de justiça e ética mesmo com resistência.
O filme Hipócrates retrata com realidade a vivência de um residente, que precisa lidar com vários dilemas éticos, relações interpessoais, diferentes vivências, tomadas de decisões, sempre tentando buscar o melhor para o paciente.
Análise do filme Hipócrates. No filme é possível observar as dificuldades e inseguranças que o jovem médico enfrenta no início da sua residência e, com o passar do tempo, aprende a lidar com os problemas éticos, interpessoais e atender de forma humanizada os pacientes, mesmo em situação precária, como a falta de recursos básicos para o atendimento. Retrata que é necessário ter muita persistência, responsabilidade e atitude para superar os obstáculos do início da vida profissional.
Análise do filme Hipócrates : O filme conta a história de Benjamim um médico recém formado que inicia residência em uma hospital de Paris, o mesmo em que sei pai trabalhava. O mesmo tem o desafio de acompanhar um residênte mais velho e com mais experiência. No início o residente se vê obrigado a ter de lidar com dificuldades e inseguranças ocasionados pelo novo desafio. Com o decorrer da história observa se que o mesmo aprende com as vivências, proporcionando um cuidado humanizado, baseado em ética profissional, assim como expõe a persistência de não desistir frente a novos desafios. O filme demonstra muito do que passamos ao iniciar residência. Os medos, dificuldades, que com o tempo não deixam de existir, porém aprendemos a superar.
O filme apresenta Benjamim, médico que inicia sua residencia em um hospital de Paris, o mesmo em que seu pai trabalha. A residencia diferente do que o residente esperava se mostrou um local com inúmeros desafios, o que acarretou a ele grande insegurança. Ao decorrer do filme são apresentadas inúmeras situações presentes no cotidiano de um residente, as várias experiencias inéditas que são vivenciadas são uma forma de aprendizado colocada a ele, como por exemplo o óbito dentro do hospital. Pode se relacionar a residencia desenvolvida no hospital Regional, pois para muitos é a primeira prática profissional após a formação da graduação e as situações colocadas no cotidiano aparecem de uma forma nova, na qual devemos nos mostrar aptos a responder as demandas diárias de cada setor.
Fernanda Mendes de Souza - Assistente Social da Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso.
O filme relata a história de um médico residente e a sua atuação no ambiente hospitalar, o qual acompanha um residente mais experiente. O mesmo enfrenta situações pertinentes a um início de carreira, com dúvidas, ansiedade, medo, anseio por aprender, vontade de fazer diferente, e com isso, erros e aprendizados. Através de um tratamento humanizado e acolhedor, o residente exerce sua carreira, em um local carente de recursos materiais para à qualidade da assistência, e inclusive vivencia uma situação de imprudência médica. Frente ao exposto no filme, pode-se encontrar no residente, as mesmas situações as quais vivenciamos atualmente como residentes do HURCG. Emoções, ansiedade, insegurança, convívio e trabalho em equipe, crescimento profissional e pessoal, enfim, o enfrentamento é muito semelhante.
O filme Hipócrates conta a história de um rapaz chamado Benjamin, que inicia a residência no hospital em que seu pai trabalha. Lá ele enfrenta diversas dificuldades como: relacionamento com a equipe, pois muitos estão ocupados e não podem dar atenção a ele, outros problemas como a falta de materiais e equipamentos adequados para trabalhar, estrutura física ruim, a falta de recursos humanos adequados. Um certo dia ele ficou responsável pelo atendimento de um paciente, o mesmo referia dores, porém o aparelho de eletrocardiograma estava estragado, deste modo o jovem médico receitou um analgésico ao paciente, no outro dia o paciente estava morto, se ele tivesse feito o eletrocardiograma, poderia ter evitado a morte do paciente com o diagnóstico precoce da patologia do mesmo. O pai de Benjamin tenta encobrir o mesmo, mas várias pessoas o questionam se ele fez ou não o exame. Desta maneira podemos entender que não é fácil trabalhar num hospital onde há toda uma problemática envolvida, o serviço de saúde mal administrado, reflete numa qualidade de atendimento ruim as pessoas, desde a falta de recursos materiais a humanos.
** Postando novamente, pois a postagem anterior sumiu. O que eu entendo por vigilância em saúde, são as práticas de promoção a saúde, prevenção de agravos e danos à saúde coletiva, saúde pública, ações que os profissionais da saúde e pessoas comuns podem desenvolver por meio de atitudes, e atividades simples na comunidade para combater as doenças e o adoecimento causado por elas.
Diego de Lima Moreira e Silva – R1 Enfermagem – Intensivismo.
Análise sobre o filme Hipócrates: O filme se passa em Paris e faz uma síntese sobre a rotina hospitalar de um residente (Benjamin) cujo seu pai é o diretor da instituição. O residente se depara com muitos pacientes para atender e com uma infraestrutura inadequada. Se sente acuado e inseguro diante da equipe que não lhe acolhe bem no primeiro momento, sendo tratado como uma pessoa que tem pouco conhecimento para atuar naquele local. Lidar com a morte, com as diferentes condutas médicas, ser rápido e eficaz nos procedimentos, manter boa relação interpessoal e ter sempre ética são desafios enormes que perpassam na vida desse jovem. Dessa maneira, tem que enfrentar seus medos e inseguranças para encarar os novos desafios que aparecem no seu dia a dia. Esse cenário se mostra muito parecido com a vivência da residência que muitas vezes com a nossa chegada muda a rotina do setor e não somos bem visto pela equipe ali já instalada, o que passa uma imagem de sermos inferiores a eles. Temos que enfrentar uma nova rotina de muitas horas de estudos e atendimentos, sempre pensando no melhor para o paciente. Ter uma boa relação com a equipe também faz toda a diferença para que rotina hospitalar não seja tão exaustiva. Thayanna Belinha B. Neves - Fonoaudióloga residente em reabilitação.
Sobre o filme Hippocrates o que mais se destacou ao meu ponto de vista foi: O quanto a gestão, gerenciamento, falta de recursos de materiais, numero de profissionais inadequado e consequentemente a sobrecarga fazem a diferença para a assistência de qualidade, com a ausência destes a assistência se torna de má qualidade podendo gerar eventos adversos ao paciente. Fato que é muito comum em muitos hospitais. ( R1 Káriny de Medeiros)
O longa chamado “Hipócrates” retrata a vida do jovem Benjamin Barois que ao ingressar no programa de residência do hospital onde seu pai é chefe acaba criando várias expectativas, porém para ele, nada acontece como esperava: com a ausência de seu pai e seu colega residente Abdel. E com o passar do tempo percebe que a vida é bem mais cheia de complicações com a prática. “Hipócrates” mostra um pouco do cotidiano dos médicos em Paris, a dificuldade de se trabalhar em hospitais públicos devido à falta de infraestrutura e à característica sobrecarga de trabalho que levam a possíveis erros médicos, assim como a discussão sobre a eutanásia, a humanização do atendimento e o corporativismo nos hospitais, a burocracia que profissionais estrangeiros enfrentam. Diante disso, muitos de nós residentes sofremos esse impacto com a tentativa de superarmos nossas expectativas com nosso desempenho para o bem do próximo, visto isso, ainda se torna um tanto difícil devido a habituação com os sistemas de saúde do nosso país.
Axell Timotheo Lima Acioli Lins - Fisioterapeuta R1 Intensivismo
O filme Hippocrates conta a história de Benjamin, um jovem médico residente em um hospital cujas condições são bem precárias. Logo que inicia sua residência, é surpreendido pela morte de um paciente que devido à falta de recurso diagnóstico, nesse caso, um eletrocardiograma, vai a óbito. Porém, ao ser indagado pela esposa do falecido sobre a causa da morte, Benjamin é obrigado a omitir o fato real, sendo protegido pelo seu pai, membro da diretoria do hospital. O filme retrata também sobre os desafios de residentes estrangeiros, os quais moram em alojamentos no próprio hospital. Abdel, um estrangeiro e residente mais experiente que Benjamin, ajuda-o com alguns pacientes. Ele também é o médico de uma senhora que sofre com seu câncer em fase terminal, a qual não conseguiu uma vaga em uma clinica de reabilitação e para aliviar seu sofrimento, Abdel, então, a mantêm sobre infusão de morfina e enfrenta o corpo clínico do hospital que almeja a vaga que ela ocupa, pois a procura por leitos é demasiada e a doença dela não tem cura, somente os cuidados paliativos são necessários, surgindo então um empasse. Por fim, revoltado com os acontecimentos no hospital, o jovem residente apronta um caos para expor a realidade precária do hospital, a falta de infraestrutura e sobrecarga de serviços e acaba sofrendo um acidente que estimula os servidores a se manifestarem. Diante do disposto no filme, minha vivencia como residente do HURCG é diferente da vivida por Benjamin, pois nossa infraestrutura é muito boa. Por outro lado, compartilhamos da mesma inexperiência, mas que, com o passar do tempo, adquirimos e a aperfeiçoamos. Pamella Françóia- R1 em Intensivismo (Análises Clínicas).
O filme apresenta as dificuldades que, Benjamin, encontra como médico residente recém formado em um hospital público francês. Como muitos de nós, residentes do HU, o personagem tem receio de realizar determinadas ações pela pouca experiência prática e por medo de ter uma ação que vai contra a hierarquia do hospital, por mais que isso seja contra os seus princípios. O que o filme tenta apresentar é o resgate dos ideais de Benjamin. Por maiores que forem nossas dificuldades, se nosso trabalho for realizado com ética, respeitando o espaço de nossos colegas e respeitando a vontade de nosso paciente, estaremos tranquilos e confiantes para realizar o melhor trabalho, deixando sempre em primeiro lugar a melhora, não só da saúde, mas da qualidade de vida de nosso paciente.
Jackson Luiz Fialkoski Filho - R1 Odontologia - Saúde do Idoso
O filme Hipócrates retrata a história de Benjamin, um jovem residente que inicia em um hospital. Passa por variados dificuldades dentre elas o cansaço, a dificuldade de relacionamento com os profissionais (técnicos e residentes mais antigos), a busca em fazer sempre o melhor, a superação de perdas, a responsabilidade de salvar vidas. Mas mesmo com todas as dificuldades busca ser o melhor e fazer o melhor possível, tomando a conduta correta. Niege Passos
O filme Hipócrates traz a realidade de um residente em um hospital francês. Nele, o personagem principal enfrenta inúmeras situações em que é colocado frente às dificuldades, onde é necessário realizar os atendimentos mesmo em um sistema totalmente precário. É possível trazer a história para os nossos desafios quanto residentes, pois mesmo em um fluxo já instalado, funcionários em rotina já estabelecida, somos colocados em prova para a adaptação nesse ambiente e com os anseios em realizarmos nosso trabalho de forma ética e com a melhor assistência que pode ser prestada ao paciente. Fernanda Teleginski
O filme relata a vivência de um residente em um ambiente hospitalar, mostrando todas as suas dificuldades, sobrecarga de trabalho, aumento de responsabilidade, as inseguranças, dificuldade no relacionamento com a equipe, que o residente Benjamin enfrentou, mais nos como residentes também enfrentamos. Dessa forma como estamos sempre em busca de aprendizado, e tratar o paciente com mais humanização devemos sempre agir com responsabilidade, e muita persistência para enfrentar e agir da melhor forma possível.
Rafaela Spinardi do Amaral Residente em enfermagem - Saúde do Idoso
O filme relata a história de vida de um jovem médico chamado Benjamin o qual vivencia a experiência da residência e todos os seus desafios, dificuldades e frustrações. No filme diferentes situações acontecem fazendo com que o protagonista se depare com momentos em que se deve tomar decisões e buscar soluções. O filme expõem uma residência difícil, em um hospital onde as situações de trabalho são precárias e excessivas, onde Benjamin sofre com a proteção de seu pai que é membro da diretoria e também luta com a relação profissional x paciente pelo fato da falta de infraestrutura impedir a execução de um cuidado de qualidade. Por fim, Benjamin através de uma série de acontecimentos consegue instigar os servidores a lutarem por melhora no cuidado hospitalar, sendo assim um residente influente, que foi além da rotina conseguindo atuar de forma transformadora no contexto em que estava inserido.
O filme nos instiga a refletir sobre nosso papel dentro da residência não só como profissionais comprometidos com o trabalho mas como profissionais comprometidos também com o pensar/agir, como agentes transformadores somos capazes de ir além da rotina, além da atuação mecânica, onde se possua também um olhar crítico, um olhar atento ao contexto em que os pacientes e profissionais estão inseridos, onde através da nossa atuação sejam garantidos diariamente todos os direitos descritos em lei . No filme o hospital oferecia uma estrutura precária e frágil, nossa realidade é de um hospital novo, projetado pra que tenha suporte suficiente pra receber estudantes dispostos a aprender, então enfrentemos as dificuldades de cada dia e busquemos vivenciar experiências que ensinem, e que antes de tudo, sejamos profissionais pensantes os quais influenciam e transformam.
No campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos em cada lugar e em cada época e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
Raiana A. Aleixo - Assistente Social Intensivista.
“Hipócrates” relata a história de Benjamin, médico de apenas 23 anos que inicia sua residência em um hospital onde seu pai faz parte da administração. Ele se depara com problemas como a responsabilidade de ser um ótimo médico e seguir o negócio da família, a inexperiência, problemas de relacionamento com os colegas e também a precariedade dos serviços, como por exemplo, ter de atender a 18 pacientes por dia. Diante de tantos problemas ele se encontra numa situação em que deveria ter realizado um eletrocardiograma em um paciente, e não o fez, apenas receitou um analgésico, resultando na morte do mesmo no dia seguinte. Benjamin é encoberto pelo pai, mas as frequentes dúvidas da viúva e o olhar julgoso de seu amigo Abdel (outro residente, porém, mais experiente e humanista) o fazem entrar em conflito consigo mesmo. Diante do filme nos colocamos no lugar do personagem como residentes com pouca experiência e confiança, porém, creio que o aprendizado ocorre de forma natural ao longo do tempo. Para isso, o comprometimento e a ética são essenciais.
Benjamin é residente no mesmo hospital que seu pai trabalha. Um dia, ao ser chamado no plantão, ele atende um paciente. Porém ele precisava de um exame mas não havia como fazer devido ao aparelho necessário estar quebrado, Benjamin apenas receita um analgésico. No dia seguinte, ao chegar ao hospital, descobre que o paciente morreu. Triste pela notícia, ele é protegido pelo pai, que divulga a todos que o filho havia feito o tal exame. Esta situação atinge Benjamin, especialmente quando precisa lidar com outro residente, que veio de outro país e mora em um alojamento no próprio hospital. Mostrando assim a dificuldade q se encontra na gestão do hospital.
Residência multiprofissional em saúde: A busca pela integralidade Residência multiprofissional em saúde: tem valido a pena? Grupo: topzera Fernanda Alessandra Pamella Jessyca Axell Carla Sheyla
O filme Hipócrates consegue transmitir parte do que vivenciamos no HURCG e problemas que também são frequentes na maioria dos outros Hospitais ou nas Unidades Básicas de Saúde. Como por exemplo, a mudança da rotina, colocação do conteúdo teórico em prática, compromisso ético com o paciente e demais profissionais, a dificuldade na adaptação ao novo ambiente e equipe de trabalho, precariedade na infraestrutura e falta de recursos. Francielly Geronimo R1 Intensivismo Farmácia/Análises Clínicas
Artigos: - Fenomenologia, humanização e promoção da saúde: uma proposta de articulação; - Gestão da humanização das práticas de saúde: o caso do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Marjory; Thayanna; Bruno; Karine; Mariana; Jéssica.
A aula ministrada no dia 09 de maio de 2017, teve como objetivo de nos fazer refletir a respeito de criticas. O trabalho foi desenvolvido através de um questionário aplicado, onde continham 10 alternativas, nas quais deveríamos escolher o grau de importância das mesmas, sendo a 1 a mais importante e a 10 com menos relevância. Sendo assim, nos reunimos em grupos de diversidade, nomeamos o grupo de acordo com a nossa escolha e iniciamos a atividade. No primeiro momento, cada membro do grupo realizou a atividade individualmente pontuando as questões de acordo com sua vontade e seus conhecimentos. Logo após o término deste momento, o professor foi perguntando a sala, quais eram os números colocados em cada item, e assim, respondemos levantando as mãos, enquanto ele ia anotando. No segundo momento foi nos dado um novo questionário, sendo que agora, deveria ser elencado o nível de prioridade de acordo com as vontades e conhecimentos do grupo, e assim o fizemos. Por fim, elegemos um representante de cada grupo para que pudesse ser feito uma roda de debate, a fim de saber os itens prioritários defendidos pelos grupos, a cada item citado o integrante tinha o direito de argumentar sobre a razão pela qual foi escolhido o nível de prioridade do item, e os demais componentes da roda que não concordassem, poderiam também expressar sua opinião. Ao final do estudo foi concluído que grande parte dos residentes entende que ter cuidado é o mais importante na hora de realizar criticas.
A vigilância em saúde propõe práticas de prevenção de doenças e agravos, e atenção e promoção a saúde, sendo também um meio de fiscalização e investigação para verificar a efetividade das ações e as demandas de cada setor. A mesma se distribui em: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador. Sucintamente, a vigilância epidemiológica trabalha com doenças de notificadas e investiga os fatores correlatos a epidemias, e posteriormente formulando medidas para controlar tais doenças. Já a ambiental cuida do setor dos ambientes físico e psicossocial, trabalhando especificamente com os fatores ambientais que influenciam negativamente na saúde da população. O trabalho de vigilância sanitária tem como objetivo fiscalizar os serviços inerentes a saúde e os processos de produção dos bens de consumo que podem acarretar prejuízos a saúde do trabalhador e meio ambiente. Quanto a saúde do trabalhador, os mesmo se dedica a realizar estudos, ações preventivas, assistenciais e fiscalização de meios nocivos a saúde do trabalhador.
Alessandra Rodrigues Martins - Enfermeira R1 em Saúde do Idoso.
O longa francês traz em debate o tema saúde pública e os aspectos e entraves inerentes a ele. Isso ocorre por meio de Benjamin, um jovem médico residente que se depara com diversas situações que dificultam e muitas vezes impossibilitam sua atuação enquanto residente, causando danos à saúde dos pacientes e o levando a criar falsas histórias para sair ileso dos erros que cometeu e dar falsas esperanças aos pacientes. Os fatos ocorridos vão minando a autoconfiança de Benjamin. Por fim, após um acidente sofrido por Benjamim, o mesmo resolve mudar de residência, no entanto, o filme nos traz a ideia que a realidade desse novo hospital não será muito diferente do anterior. O filme traz a tona uma realidade presenciada muitas vezes por nós, logicamente não na mesma escala, mas alguns aspectos nos remete a semelhança em ser residente no Brasil, pois muitas vezes nos deparamos com a falta de recursos e dificuldade de relacionamento interpessoal. Portanto, o filme nos faz despertar para realidade de muitos hospitais e refletir sobre o que podemos fazer mesmo em meio à situações adversas.
Alessandra Rodrigues Martins - Enfermeira R1 Saúde do Idoso.
Para vencer os desafios de uma assistência integral é necessário reorganizar o processo de trabalho, atos, rotinas, fluxos e procedimentos. O cuidado inicia-se na atenção primária o qual irá realizar ações de prevenção, promoção e recuperação como também as orientações necessárias sobre os seus direitos de tal modo a olhar cada paciente em sua especificidade, sua história de vida. É de extrema importância o cuidar de maneira multiprofissional com troca de saberes e diálogo entre os profissionais envolvidos com o objetivo de atender o paciente como um todo. Buscando um atendimento humanizado, primeiramente faz se necessário o profissional estar bem consigo mesmo. Neste processo de humanização o diálogo é essencial como também reconhecer todos os sujeitos inseridos na produção em saúde. Por fim, conclui-se que a proposta de humanização visa a melhoria da qualidade do atendimento ao o usuário e às condições de trabalho para os profissionais. Residentes: Brenda, Fernanda Mendes, Francielly Gerônimo, Nelcimara, Niege Passos e Rafaela S. do Amaral.
Na aula do dia 13, foi realizada a apresentação das sínteses dos artigos que os alunos escolheram, correlacionando os artigos com os problemas que havíamos constatado na outra aula sobre a gestão, humanização e assistência hospitalar. Dos nossos artigos nós fizemos a seguinte síntese: a assistência ao paciente, a humanização torna-se essencial para qualificar o atendimento em saúde. Aspectos relacionados a comunicação, a ética profissional, a responsabilidade, ao acolhimento, entre outros itens interferem positivamente no processo de assistência a saúde do paciente e também de suas famílias. Na realidade do HURCG, principalmente por ser um Hospital Universitário, a humanização na forma de atendimento precisa ser efetivada como uma prática rotineira, visto que se constitui em um espaço de formação e pesquisa, necessitando de uma prática integral, com atuação da equipe multiprofissional, atuando conjuntamente no atendimento das demandas dos pacientes e suas famílias, sendo necessário considerar o sujeito como um todo, com várias necessidades e inserido em diversos contextos que podem interferir no processo saúde-doença. Além disso, a gestão precisa entender e compreender a importância da humanização nas práticas de saúde para que articule e proporcione aos seus profissionais, educação continuada e recursos necessários para efetivar uma prática que considere o paciente como protagonista no seu processo saúde-doença.
Na aula do dia 27/06 foi apresentado pelos residentes a proposta de intervenção no HU sobre um vídeo com o tema de humanização a ser passado em televisões no interior do HU. Em seguida, foi proposta uma atividade pelo professor, denominada de sala de espera, na qual cada residente ficou responsável em realizar essa intervenção em algum espaço do HU no período da aula e posteriormente relatar a experiência para a turma. A atividade proporcionou que os residentes tivessem maior contato com pacientes e acompanhantes, conhecendo suas histórias e realizando uma forma de acolhimento. Marjory Rueda.
Na aula do dia 27/6, o professor nos propôs a atividade de sala de espera, a fim de nos aproximarmos dos pacientes através dos seus relatos. O senhor o qual conversei encontrava-se no Ambulatório, aguardando consulta de um médico otorrinolaringologista para o filho, de 4 anos. O menino tem problemas no ouvido há bastante tempo e uma cirurgia havia sido agendada para corrigi-los. Como a sintomatologia tinha sido momentaneamente resolvido, a cirurgia foi cancelada. Agora que o quadro se agravou, o médico faria uma avaliação para verificar a necessidade do reagendamento da cirurgia. Ele relatou estar muito preocupado com a criança, e sua feição demonstrava ansiedade. Eles não dormiam há três dias e, depois de muitas lágrimas do menino, vieram de Carambeí muito cedo para a consulta. Essa foi uma estragégia aplicada a todo hospital no período da aula, mas que pode ser realizada a qualquer instante (e em qualquer local). O fator mais interessante é sentir despertar a empatia pelo paciente.
Sabrina Brigola Residente em Intensivismo - Odontologia
Aula 27/06 Conforme sugestão do professor, realizamos atividade de sala de espera. O intuito era de conhecer um pouco da realidade dos pacientes e suas histórias. A senhora que eu conversei, estava acompanhando o filho "surdo e mudo" de 42 anos na consulta médica. A mesma informou que o filho toma medicamento para dormir pois durante a noite o filho fica "falando". Ela relatou que o atendimento do hospital é muito bom, porém demora um pouco.
A atividade de sala de espera foi bem significativa, pois foi possível conhecer um pouco mais nossos pacientes, as dificuldades que encontram para chegar e passar o dia no hospital. O paciente que conversei veio de Irati, saiu de casa as 3 horas da manhã, para vir de ônibus com seu filho, para uma consulta com o anestesista, para cirurgia de fimose do filho. Relatou da dificuldade em relação a alimentação, já que ficariam o dia todo no hospital.
Na última terça feira, dia 27/06/2017, o professor nos apresentou como proposta de atividade a “sala de espera”. Nessa atividade, tínhamos que sentar ao lado de um paciente e começar a conversar, sem nos identificarmos como residentes. Na minha “sala de espera” fui a maternidade e sentei ao lado de uma mulher que logo foi chamada para consulta não obtendo sucesso. Já a outra paciente que estava ao lado não foi de muitas palavras, conversou pouco e apenas relatou que estava sentada a muito tempo ali. Apesar de não ter conversado muito com as pessoas na qual selecionei, foi bem legar essa experiência na qual não tinha conhecimento. Foi bom também escutar o relato dos outros residentes que na maioria encontraram pessoas simpáticas e dispostas a conversar. Thayanna Belinha B. Neves Residente do Programa de Reabilitação - Fonoaudiologia.
Na última aula (27/09/2017) foi solicitado que os alunos fizessem a atividade intitulada "Sala de Espera", onde deveríamos sentarmos ao lado de um paciente, como se fôssemos um também e conversar para entender a realidade dele, a partir de outra visão. Na minha "Sala de Espera", conheci uma paciente que estava na recepção do setor de imagem do hospital, aguardando o resultado do exame da Ressonância Magnética de sua coluna para analisar se havia algum comprometimento da medula ou alguma hérnia de disco. Ela estava aguardando lá junto com seu esposo a um tempo de mais ou menos 1h. Não estava tão apreensiva, porém notava-se claramente um desconforto quanto a passar muito tempo sentada. Eles não conheciam muito bem o hospital, mas tinham gostado da estrutura do mesmo. Foi uma experiência construtiva, principalmente quanto a nos sentirmos no lugar daqueles que cuidamos, uma vez que nem sempre paramos para pensar em como deve ser ruim estar naquela situação. Axell Timotheo Lima Acioli Lins - Fisioterapeuta Residente de Intensivismo
Inicialmente professor havia proposto uma atividade para conscientização da Humanização no SUS. Em aula, o professor propôs uma atividade de sala de espera no HURCG, na qual os residentes teriam que realizar uma escuta qualificada com algum paciente do hospital sem se identificar. A atividade proposta foi realizada por mim, em dupla com a assistente Social Daniele Ap. de Almeida. Realizamos a escuta qualificada com duas pessoas. A primeira era uma senhora que aguardava seu filho Samuel sair de um processo cirurgico. O paciente do município de Ponta Grossa, de 17 anos, na sexta-feira (23/06) havia caído de skate e machucou o punho, necessitando deste modo de cirurgia. O segundo paciente, uma senhora do município de Guaramiranga, que veio para uma consulta com especialista em otorrinolaringologia, sua primeira consulta no HURCG no ambulatório do hospital, sua consulta era em razão de dores frequentes de garganta. A paciente tem um filho de 6 anos que frequenta um Centro de Educação Infantil de sua cidade.
Residentes: - FERNANDA MENDES DE SOUZA - Assistente Social residente em Saúde do Idoso; - DANIELE APARECIDA DE ALMEIDA - Assistente Social residente em Saúde do Idoso.
A Vigilância em Saúde trata-se de um meio pelo qual se investiga as condições de saúde de uma dada população. Ela e composta pela vigilância epidemiológica.
ResponderExcluirA aula demonstrou que cada pessoa tem um modo de pensar e considerar o que é mais importante sobre criticas. As concepções embora divergente entre indivíduos tendem a enquadrar o ‘cuidado’ como o ponto mais importante. Entretanto, não existe uma verdade absoluta, ou seja, tudo depende do ponto de vista e situação.
ExcluirGrupo Topzera ( Axell, Carla, Fernanda, Jessica, Pamella e Sheyla)
Na área da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
ResponderExcluirMariana F Szczerepa (R1 enfermagem obstétrica)
A Vigilância em Saúde se dedica à promoção e cuidado da saúde da população, sendo composta pela observação dos eventos adversos à saúde.
ResponderExcluirIsabella do Vale de Souza - R1 Neonatologia - Farmácia
Na saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Tipos de vigilância: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
ResponderExcluirNayara Gouvêa - R1 odontologia neonatal
A vigilância em saúde opera na prevenção e promoção da saúde. Ela avalia continuamente a situação de saúde da população para criação de planejamentos baseados nas reais necessidades da coletividade.
ResponderExcluirSabrina Brigola - R1
Odontologia/ Intensivismo
A aula do dia 09 de maio de 2017, proporcionou a abordagem do feedback de críticas, sendo enfatizado por meio do questionário aplicado individual e posteriormente em grupo, que cada indivíduo possui opiniões diferentes. Entretanto, como ponto em comum, encontrou-se o termo "cuidado" como o primeiro item a ser considerado no momento de realizar críticas. Apesar das diferentes opiniões sobre o que seria mais importante em relação as críticas, observou-se como reflexão final que nenhum item é mais importante do que o outro, mas, que se complementam e são essenciais para a realização de críticas construtivas (Grupo RR - Resistência e Residência: Marjory; Thayanna; Bruno; Karine; Jéssica; Mariana).
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA vigilância em saúde está relacionada as ações de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Também integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho.
ResponderExcluirFranciely Costa Selonke
R1 Farmácia - Saúde do Idoso
Vigilância em Saúde é uma maneira de observação contínua das condições de saúde da população, ou seja, leva em conta a promoção da saúde e a prevenção de doenças. A Vigilância em Saúde se divide em: vigilância epidemiológica, sanitária, entre outras.
ResponderExcluirA respeito da aula anterior, pudemos observar o quanto a discussão sobre cada item (enquanto grupo) teve mais relevância que enquadrá-los em alguma ordem em si (enquanto indivíduos). Todos os itens tinham sua importância, porém o que ganhou destaque dentro do grupo foi o "Cuidado". Um ponto importante levantado entre as discussões foi de que todos os itens são passos para uma boa comunicação, importando a ordem de aplicabilidade e sua relevância dentro do contexto.
ResponderExcluirGrupo FOFES (Sabrina, Dyena, Guilherme, Ana Clara, Thiane, Camila Biasi, Raiana e Katlen).
A vigilância em saúde está relacionada com a observação e análise permanentes da situação de saúde da população de um determinado território, por meio de ações destinadas a controlar riscos e danos à saúde, garantindo assim a integralidade da atenção, tanto de maneira individual como coletiva.
ResponderExcluirNelcimara L. Marafon
Fisioterapia - R1 Saúde do Idoso
Na primeira aula (09/05), realizamos uma atividade em que pontuamos em ordem crescente os critérios de como fazer e receber críticas. Com a atividade observamos as diferentes opiniões, porém entre todos os critérios, a maioria dos grupos destacaram o cuidado como o critério de maior importância. Concluímos que é de extrema importância saber fazer e receber críticas, pois contribui para uma boa relação entre os profissionais, para o trabalho em equipe e principalmente para o acompanhamento do crescimento pessoal.
ResponderExcluirGrupo: Brenda, Fernanda, Francielly, Nelcimara, Niege e Rafaela.
A vigilância em saúde se caracteriza no processo de observação contínua de eventos relacionados à saúde. Isto contribui fundamentalmente na forma de pensar e planejar Saúde Pública no país, desde a promoção da saúde.
ResponderExcluirAmanda de Mello Silva
R1 - Serviço Social - neonatologia
A Vigilância em Saúde tem como objetivo a análise permanente da situação de saúde da população, articulando-se num conjunto de ações que se destinam a controlar, riscos e danos à saúde da população , garantindo a integralidade da atenção, o que inclui tanto a abordagem individual como coletiva dos problemas de saúde.
ResponderExcluirLuana Voinaroski
Fisioterapia-R1 Reabilitação
Na aula anterior (09/05/2017) foi entregue uma folha para cada residente, a qual apresentava itens a serem pensador para elaboração de uma crítica. Neste sentido, deveria ser enumerado por ordem crescente o nível de importância de cada item. Após este processo, foram contabilizadas as respostas de todos. Em seguida a turma foi dividida pelos grupos diversidades e a lista foi refeita com base na discussão do grupo. Para discussão do grupo maior foram eleitos um representante de cada grupo para discutir as respostas dadas pelos grupos. Por meio da discussão foi possível perceber que o primeiro ponto a ser pensado para a realização de uma crítica é o cuidado, pois a partir do cuidado os demais poderão ser pensados, como a oportunidade, objetividade, entre outros. Sendo que todos devem ser pensados, não de forma cronológica, mas de forma a abranger todas elas, para que o processo de crítica se torne algo construtivo.
ResponderExcluirGrupo Sorriso Maroto: Amanda Mello, Flávia Sacchelli, Helenice Freitas, Jackson Fialkoski, Káriny Medeiros, Luiz Felipe Guzzoni, Mariana Szczerepa, Thabata Nicolaio e Rafael Chikoski.
É um estudo epidemiológico de uma enfermidade,
ResponderExcluirconsiderada como um processo dinâmico que abrange
a ecologia dos agentes infecciosos, o hospedeiro, os
reservatórios e vetores, assim como os complexos
mecanismos que intervêm na propagação da infecção e
a extensão com que essa disseminação ocorre.
É composta por:
- Vigilância de doenças transmissíveis
- Vigilância de doenças e agravos não transmissíveis e seus fatores de riscos
- Vigilância ambiental em saúde
- Vigilância da situação de saúde
- Vigilância sanitária
Mariana Vettorazzi - R1 Farmácia intensivismo
A vigilância em saúde relaciona-se com programa de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e práticas adotadas para prevenção de doenças.
ResponderExcluirEla busca integrar política de planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e processo de trabalho, destinando-se assim a controlar determinantes , risco e danos a saúde de populações que vivem em determinados territórios, garantindo a integralidade da atenção, abordando individualmente e coletivamente os problemas de saúde.
Ela divide-se entre epidemiologia, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
Fernanda Teleginski
O objetivo da vigilância em saúde é eliminar, diminuir e prevenir riscos à saúde. Na aula foi discutido maneiras de como realizar críticas, pontos mais importantes e menos.
ResponderExcluirNiege
A Vigilância em Saúde compreende as práticas voltadas à atenção e promoção da saúde da população, através de medidas de prevenção de doenças e agravos, garantindo a integralidade do cuidado.
ResponderExcluirAula do dia 09/05: Realizou-se a execução do exercício sobre “Como fazer e receber críticas”, a partir dos 10 critérios estabelecidos, foi possível concluir que não existe uma ordem exata para se realizar a crítica, embora a maioria das pessoas tenha um ponto de vista semelhante, acaba-se colocando o Cuidado e a Atenção como prioridade. Todos os pontos discutidos são importantes durante o momento de “receber” e ”fazer crítica”, e podem ser utilizados em uma sequência conforme necessidade e situação.
Francielly Geronimo
R1 Intensivismo Farmácia/Análises Clínicas
Vigilância em saúde está relacionada com a promoção e prevenção de doenças, além disso ela caracteriza pela observação contínua das condições de saúde dá população.
ResponderExcluirRafaela Spinardi do Amaral
R1 enfermagem saúde do idoso
Aula 09/05 - Quais os passos necessários para efetuar uma crítica construtiva foram discutidos em aula, sendo ordenados não apenas quanto à importância mas também levando em consideração a sequência lógica para a realização da crítica. O grupo concorda que é necessário cuidado para definição da ação a ser criticada, visando correção ou melhoria.
ResponderExcluirGrupo Toró de Miolos - Diego de Lima, Fernanda Teleginski, Isabela de Paula, Isabella do Vale, Luana Voinaroski, Mariana Vettorazzi, Marilúcia Aguiar e Nayara Gouvêa.
Aula 16/05 - Após discussão de 4 episódios de queixas de pacientes a ouvidorias de hospitais , identifica-se que estes são resultado de deficiências na gestão, assistência e humanização. É necessária a comprovação de necessidade de maiores recursos humanos e financeiros e boa gestão destes, além de qualificação profissional, motivação da equipe e práticas de sensibilização. Estas medidas possibilitam que a equipe execute atendimento integral e humanizado à população, de acordo com os princípios basilares do SUS.
ResponderExcluirGrupo Toró de Miolos - Diego de Lima, Fernanda Teleginski, Isabela de Paula, Isabella do Vale, Luana Voinaroski, Mariana Vettorazzi, Marilúcia Aguiar e Nayara Gouvêa.
Entendemos por vigilância em saúde um conjunto de ações que envole a promoção e atenção a saúde e a prevenção de doenças. Integra diversas áreas de conhecimentos desde a territorialização até o processo saúde doença. Divide-se em vigilância epidemiológica, vigilância sanitária e vigilância ambiental cada uma voltada para uma área mais especifica.
ResponderExcluirAula do dia 09/05: Como fazer e receber críticas. Fazer uma crítica é uma das ferramentas para o crescimentos pessoal se for realizada de forma clara e objetiva. No contexto, nosso grupo acredita que um dos principais critérios para a realização de uma crítica ou feedback e encontrar a melhor oportunidade para fazê-la e ter cuidado com a forma a ser esplanada a informação. Caso a pessoa não esteja receptiva a ouvir, quem faz a critica apenas perderá tempo falando. Pensamos que a o receptor deve estar disposto a ouvir e ter oportunidades para mudar além de receber sugestões de como fazê-lo. Não devemos abordar situações que não são do controle da pessoa. Ao se dar um feedback o uso das palavras deve ser cauteloso na intenção de dar suporte à mudançãs e não apenas reclamar o erro. Ao mesmo tempo, quem critica deve ser bom ouvinte ao nosso ponto de vista.
Aula de 16/05: Nos foi apresentado 4 situações reclamadas à ouvidoria da secretaria de saúde do município de Ponta Grosa, situações essas ocorridas em maternidades da região. Após discussão de todos os casos levantamos os principais problemas observados, dentre eles podemos citar a ausência de médico para atendimento das gestantes que aguardavam consulta; demora no atendimento das mesmas; morosidade para a realização de procedimentos considerados urgentes; falta de conhecimento técnico dos profissionais; negligência; dimensionamento errado dos profissionais da enfermagem; falta de humanização; falta de ética e respeito. Pudemos categorizar esses problemas em: Humanização, assistência e gestão.
Algumas hipóteses levantadas para tais problemas foram a falta de verba, incompetência gestora, falta de qualificação dos profissionais, desorganização do trabalho, falta de integração entre gestão e funcionários, falta de ética e empatia e falta de respnsabilidade.
Possíveis soluções foram sugeridas:
- contratação de mais profissionais;
- qualificação dos profissionais atuantes;
- advertência e punição dos profissionais não comprometidos;
- gestão mais participativa;
- execução da PNH;
- implementação da estratificação de risco para consultas;
- acolhimento sem julgamento moral;
- maior controle social;
- dimensionamento adequado de profissionais conforme a resolução do COFEN 543/2017;
O grupo concorda que todas essas melhorias devem ser implementadas em todos os níveis de atenção a saúde segundo os princípios d SUS e a PNH.
Grupo Sorriso Maroto:
Thabata Nicolaio, Mariana Szczerepa, Káriny de Medeiros, Amanda Mello, Flávia Sacchelli, Rafael Chicoski, Luiz Felipe, Jackson Fialkoski
Esqueceu de colocar meu nome gata (: Helenice Freitas
ExcluirA partir da leitura das quatro situações problema na área materno-infantil realizada na aula do dia 16/05/17, nosso grupo diversidade identificou os problemas gerais e os categorizou em problemas de gestão, de humanização e de assistência, encontrando hipóteses para resolução dos problemas: 1 – Gestão: falta de dimensionamento e contratação e recursos humanos insuficientes, onde a resolução se daria por meio de acompanhamento dos casos pela direção do hospital, contratação de profissionais e dimensionamento conforme a legislação. 2 – Humanização: falta de ética, postura profissional, respeito e educação, onde a solução seria seguir a legislação, sensibilização da equipe para cultura do atendimento, acolhimento, capacitação da equipe, protocolos de atendimento e avaliação de risco. 3 – Assistência: falta de capacitação, organização, sobrecarga de trabalho e alta demanda, onde a solução seria a realização de capacitações para a equipe e o dimensionamento dos profissionais conforme a legislação. Grupo FOFES (Sabrina, Dyena, Guilherme, Ana Clara, Camila Biasi, Raiana e Katlen)
ResponderExcluirA vigilância em saúde se caracteriza por práticas que englobam a promoção, prevenção e atenção à saúde, integrando áreas distintas a fim de garantir a integralidade do cuidado à população.
ResponderExcluirAna Clara Daros Massarollo - Fisioterapeuta R1 do programa em Neonatologia
A vigilância em saúde é um conjunto de ações de promoção e prevenção, com o objetivo de controlar riscos e danos à saúde, fazem parte a vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e saúde do trabalhador.
ResponderExcluirNa segunda aula (16/05) iniciamos a aula com a leitura 5 assuntos de um hospital que foram encaminhados para a ouvidoria de Ponta Grossa, em seguida identificamos as categorias dos problemas, sendo a assistência, gestão e humanização.
ResponderExcluirAssistência: Definimos como problemas a negligência, imprudência, falta de atendimento e a dispensação dos pacientes sem orientações necessárias.A solução foi a oferta de capacitação profissional por meio de cursos e educação continuada, implantação de protocolos ou a supervisão de sua aplicação, a integração da equipe e o registro dos atendimentos e procedimentos realizados.
Humanização: Definimos como problemas a falta de acolhimento, ética, comprometimento e injúria, entre as hipóteses, a não realização das escalas conforme o risco, a falta de empatia e a não escuta qualificada e humanizada ao paciente. A solução foi a sensibilização dos profissionais usando como foco a empatia.
Gestão: Definimos como problemas o numero de profissionais, a má gestão. A solução foi a melhoria nos recursos, realização de ações diante das reclamações e a facilitação da comunicação entre profissional e gestor.
Residentes: Brenda, Rafaela, Nelcimara, Niege, Fernanda e Francielly.
No dia 16/05 , cujo tema da aula foi Possibilidade de Intervenção em Território, tivemos como proposta identificar as categorias dos problemas encontrados na leitura de 5 quatro casos em hospitais. Todas pacientes eram gestantes e todas relataram algum tipo de problema na ouvidoria. Categorizamos os principais problemas em: Assistência (sobrecarga de trabalho, falta de protocolo para condutas e falta de capacitação); Humanização (cultura do hospital, não comprometimento com a resolutividade, falta de tratamento integral, comprometimento e ética); e por fim a Gestão (falta de recursos financeiros, estrutura, má gerenciamento da escala). Como solução destes problemas, apontamos para: Assistência (implementar protocolos, treinar e capacitar os colaboradores, diminuir carga horária); Humanização (sensibilizar a equipe, educação continuada e maior valorização do profissional); e Gestão (negociar aumento da verba, capacitação de gestores, fazer parte da conferência e conselho de saúde).
ResponderExcluirResidentes: Leonardo, Cristiane, Camila, Daniele Almeida, Franciely Selonke, Thaine Garlet,
+ Alessandra Martins
ExcluirGrupo Multi
HIPOCRATES - (FILME)
ResponderExcluirHipocrates retrata a história do jovem Benjamin Barois filho de chefe de hospital, ingressa para o programa de estágio em medicina com um parceiro chamado Abdel considerado mais experiente que ele, sua responsabilidade começa a pesar sobre seus ombros a medida que o amigo se torna seu estagiário injustamente e a partir daí o mesmo ajuda o amigo a refletir sobre o sistema em que os médicos estão condicionados a trabalhar. O filme se passa em um hospital parisiense abordando a dificuldade encontrada para se trabalhar em hospitais públicos devido a estrutura e sobrecarga de trabalho e burocracia encontrada.
Residente Nayara Gouvêa – odontologia neonatal
Vigilância em saúde remete a palavra vigiar, estar atento, atentar, procurar, cuidar, precaver. Está relacionada a saúde/doença presentes em cada lugar e em cada época. Assim, consequentemente, as praticas adotadas para tentar impedir a disseminação das doenças e praticas voltadas ao doente.
ResponderExcluirCamila Batista Woicizack - Enfermagem - Saúde do Idoso
Análise do filme Hipócrates – Houve pouca identificação pessoal com o filme. O principal ponto de identificação foi a união dos residentes, onde juntos conseguem alcançar seus objetivos. O personagem principal, após algumas atitudes erradas, percebe que sempre deve ser feito o melhor pelo paciente, ponto que amadurecemos dia-a-dia na vivência da prática após cada erro.
ResponderExcluirAna Clara Daros Massarollo - R1 Neonatologia - Fisioterapia
No dia 16/05 , o tema da aula foi Possibilidade de Intervenção em Território. Foi
ResponderExcluirrealizada a leitura de quatro casos de gestantes, em que elas relataram alguns problemas que encontraram durante uma busca de atendimento médico. As categorias encontradas foram: Acolhimento: onde foram encontrados casos de descaso as pacientes, falta de respeito e comprometimento com o mesmo.
Humanização: havendo alguns profissionais com abuso de autoridade (superioridade), mal atendimento.
Assistência: falta de profissionais, negligência (erros médicos e da equipe).
Gestão: falta de profissionais.
Residentes: Jéssica Neves, Marjory Rueda, Thayanna Bandeira, Bruno Scheffer, Karine Martins. Mariana Vieira.
No filme Hipocrátes pode se ver as dificuldades que o residente encontra. Os dificeis primeiros dias da residência em que tudo é novo. Novos desafios, aprendizados, novas pessoas, em que é preciso se adaptar com novas experiências. As dificuldades encontradas em um hospital, a sobrecarga das atividades realizadas e o aumento de responsabilidade.
ResponderExcluirResidente: Jéssica Neves- Fisioterapia Reabilitação
Análise do filme Hipócrates.
ResponderExcluirAs inseguranças e dificuldades são as principais barreiras que um residente encontra no ambiente hospitalar. É necessário muita persistência, resiliência, estudo e responsabilidade para superar esses desafios.
Residente: Franciely Costa Selonke
Análise do filme Hipócrates: Benjamin inicia sua residência no mesmo hospital onde seu pai trabalha, ele tem que acompanhar um novo residente, mais velho e mais experiente.
ResponderExcluirNo filme mostra a dificuldade do residente ao se fazer parte do hospital, mostrando a diferença entre a teoria e a pratica. Nós,como residentes do HURCG, também passamos por dificuldades de interação com a equipe, com o tempo essas dificuldades vão passando conforme mostramos nosso compromisso e responsabilidade com o trabalho realizado.
Katlen Koslovski - R1 intensivismo - Assistente Social
O filme Hippocrate, relata a dificuldade de um residente quando começa a trabalhar, toda a insegurança, dificuldade de relacionamento inicial com a equipe, com o decorrer dos dias, ele começa a aprender a tratar os pacientes com humanização, se une com os técnicos e enfermeiros além de todos os residentes, e isso lhe dá força para crescer profissionalmente e pessoalmente.
ResponderExcluirMariana Vettorazzi, R1 Farmácia intensivismo
Análise do filme Hipócrates: O filme francês traz a reflexão sobre os sistemas de saúde, públicos ou privados, que trabalham com escassez de recursos e acabam por tornar o s profissionais vulneráveis a erros, e porque não, induzi-los indiretamente a serem negligentes. A curva de aprendizado de um profissional residente, pode leva-lo a submissão e a omissão de pessoas e fatos do cotidiano , indo contra seus ideais. O filme traz a realidade sobre a formação dos profissionais de saúde; tecnicista, que acabam por ignorar as relações humanas e a empatia simplesmente não existe.
ResponderExcluirRafael de Almeida Chicoski - R1 Cirurgia e Traumatologia BucoMaxiloFacial
Filme Hippocrate.
ResponderExcluirO personagem Benjamin (23 anos) é um médico recém-formado, que inicia sua residência em um hospital de Paris, o mesmo que seu pai trabalha. Por ser iniciante em sua profissão, o residente precisará enfrentar seus medos, angústias e novos desafios.
O filme realça as questões relacionadas à fase de aprendizado, na qual os residentes aprendem na prática, sendo comum o cometimento de alguns erros, o sentimento de incerteza, de culpa, de envolvimento emocional com os pacientes. Encontra-se a dificuldade de divisão de plantões, do cansaço do cotidiano, da responsabilidade assumida, e também dos momentos necessários para extravasar os sentimentos conflitantes do dia-a-dia. Ou seja, o filme mostra os sentimentos e as vivências dos residentes, que já possuem tantas responsabilidades, mas, ainda se encontram em fase de aprendizado.
Assistindo o filme foi possível identificar e relacionar aspectos semelhantes com a residência no HURCG, como por exemplo, inicialmente, dificuldades de se integrar em uma equipe já constituída, as dúvidas e incertezas no momentos de colocar em prática os conhecimentos teóricos, a responsabilidade assumida, entre outros aspectos.
Marjory Furlan Rueda - R1 - Assistente Social/Programa de Reabilitação.
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ResponderExcluirAnálise do filme Hipócrates (2014)
ResponderExcluirO filme retrata bem a vida de um residente, onde sempre se busca o aprendizado, mas se depara com a insegurança de um ambiente novo, com pessoas desconhecidas, permeado de burocracia. É um período onde se quer ter certezas, mas acaba cheio de dúvidas. É um divisor de águas que leva ao crescimento, onde você aprende a conviver com outros profissionais, a trocar conhecimentos em busca de um atendimento humanizado, para que no final da residência você seja não só um bom profissional, como também um bom ser humano.
Helenice Freitas
R1 Enfermeira - Residente em Neonatologia
Filme Hipócrates
ResponderExcluirO filme fala sobre um jovem, Benjamin, que inicia a residência em medicina. Houve identificação com algumas coisas que o filme mostrou, principalmente as dificuldades encontradas pelo residente, principalmente no início onde tudo é novo, o ambiente, a dificuldade em se relacionar com as pessoas, a dificuldade pessoal em assumir uma responsabilidade tão grande que é cuidar de uma vida, o medo de cometer erros, e assim ir amadurecendo e melhorando a cada dia.
Mariana S. Vieira - Fisioterapeuta Residente em Neonatologia
O filme buscou retratar sobre a vida de um residente em medicina, filho de um dos médicos do hospital! A história tem como meta apresentar as dificuldades pessoais e profissionais que o residente se depara nessa nova jornada que é trabalhar com vidas. Tendo que saber lidar com os valores pessoais, a ética profissional, as condições de trabalho, o sistema do país, entre outros fatores que os profissionais se deparam ao longo da trajetória profissional, esse caminho que por um lado perpassa a vida do paciente, a sua dignidade, os seus direitos, por outro toda a ideologia proveniente de um país capitalista.
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ResponderExcluirO filme retrata o cotidiano de um jovem residente de medicina (Benjamin), que trabalha no mesmo hospital que seu pai, um professor e médico renomado. Benjamin chega à residência com excessiva empolgação, no entanto, se depara com diversos desafios, podendo citar, a dificuldade do trabalho em uma equipe nova, precarização de meios para trabalho, inicialização em procedimentos, falta de humanização, entre outros.
ResponderExcluirO filme retrata vários pontos importantes, como a automatização do cuidado ao paciente, ou seja, os profissionais aparecem, na maioria das vezes, preenchendo papéis, realizando os procedimentos de forma automática, sem sequer explicar ao paciente o procedimento, conversar sobre. Isto fica evidente quando há uma senhora internada sendo cuidada pelo médico estrangeiro Abdel, pois esta o elogiava e gostava de ser cuidada por ele.
Outros pontos são importantes citar como a precarização do atendimento hospitalar, evidente na ausência de exames importantes, na tomada de decisões da vida do paciente, vezes desumanas por falta de recursos hospitalares, na improvisação de materiais diante da precarização, visando melhor atendimento dos pacientes, no entanto, o correto seria o hospital possuir capacidade para atender integralmente o paciente em suas necessidades; o encobrimento de Benjamin por seu pai para manter o nome da família e do hospital; péssimos hábitos de saúde dos médicos (tabaco e álcool); luta por melhoras (greve dos funcionários); embate entre a legislação e os desejos do paciente (até quando se deve prolongar o sofrimento humano?); e a ocorrência de tragédia de alguém visado para viabilizar mudanças.
É possível relacionar alguns pontos com o HURCG, pois nosso cotidiano é repleto de desafios e novidades. Bem como, muitas vezes nos deparamos com dificuldades de trabalho em equipe, profissionais trabalhando no “automático”, ausência de matérias para realização de procedimentos, entre outros.
Amanda de Mello Silva - Residente de Serviço Social em neonatologia.
Filme Hipócrates - Resenha
ResponderExcluirUm estudante de medicina Benjamin, começa um estágio de seis meses na enfermaria administrada por seu pai, Barois. Ligeiramente instável quando se trata de procedimentos reais, Benjamin aprende as coisas da maneira mais difícil, cuidar de pacientes idosos em seus últimos momentos, enquanto festeja calorosamente com os outros residentes em refeições barulhentas e um tanto quanto festivas.
Mas a educação de Benjamin rapidamente toma uma reviravolta quando um alcoólatra morre sob sua orientação, principalmente devido à sua incompetência e inexperiência. Seu pai encobre o caso, permitindo Benjamin fugir com um assassinato, embora nenhuma das enfermeiras e médicos o vêem dessa forma; todos acham aquilo como algo normal, exceto Abdel, um médico argelino experiente forçado a trabalhar como residente por causa de seu status de imigrante. Abdel entende o hospital como um lugar onde o se preocupam em salvar vidas independente de quão custoso seja um leito, ou equipamentos, pois a vida é mais importante.
O roteiro oferece uma visão de cima para baixo do sistema de saúde pública francês, revelando uma instituição desintegrada atolada por cortes orçamentários, escassez de suprimentos e severa falta de pessoal. Mas, acima de tudo, são os próprios médicos que parecem ter perdido toda a fé em sua profissão, ao enfrentarem turnos de 48 horas com salários extremamente baixos - embora mostrem uma certa solidariedade com seus colegas praticantes - até que o enredo engrossasse ainda mais. No terceiro ato, colocando Benjamin e Abdel em uma situação que pode acabar com suas carreiras para o bem.
Abdel, retratando um homem cujo profissionalismo e humanidade são constantemente frustrados pelos outros membros da equipe, rouba a cena no filme especialmente quando todos acham que tem que seguir protocolos e tratar o paciente como um número e ele não o faz, se importa com o paciente e pensa no que é melhor para o mesmo. O filme finalmente revela como Abdel pode ser a única verdadeira esperança de que o espírito hipocrático seja levado a cabo na França, sublinhando o quanto os estrangeiros contribuem para um campo que tanto os acolhe e rejeitam ao mesmo tempo.
Isabella do Vale de Souza
ExcluirFarmacêutica Residente em Neonatologia - R1
Minha análise sobre o filme Hippocrates:
ResponderExcluirvárias foram situações em que consegui me identificar ao personagem principal. Algumas delas descrevo abaixo.
Logo de início o Benjamin é jogado em um mundo completamente diferente e com uma rotina na qual ele teve que se adaptar por si só.
Segunda questão foi ele notar que se tornou profissional, independentemente de quando adquiriu o diploma, no momento em que se dedicou a um atendimento ético e consciente.
Terceira situação foi o impacto que causa o primeiro óbito de paciente a que nos dedicamos.
Sabrina Brigola (R1 Intensivismo-Odontologia)
O filme Hippocrates retrata a realidade de um residente de medicina em um hospital da França destacando principalmente uma discussão ética sobre os tratamentos clínicos dispensados aos pacientes e a assistência de saúde prestadas aos mesmos. Destaca-se a falta de sensibilidade da equipe aos pacientes terminais, discute-se quando realizar ou não a ressucitação cardíaca e questões do código de ética profissional. Como residente identifiquei questões como chegar num setor e ficar completamente perdido, realizar condutas que apesar de já ser formado não estar confortável ainda para realizá- las é a percepção que entramos num sistema que nos mostra o quanto somos impotentes para mudá-lo sozinhos. No final do filme o residente muda de institução porém petcebe-se que a cultura será a mesma.
ResponderExcluirA experiencia de Beijamin como novo residente no hospital coordenado pelo seu pai, não foi uma realidade que ele esperava encontrar. Mesmo em um país desenvolvido encontra-se muita precariedade no sistema de saúde, falta de equipamentos, profissionais desqualificados e grande demanda de serviço, algo comum também em nosso país. Nós como residentes que procuramos a qualificação, mesmo com grandes dificuldades do trabalho e com a demanda de serviços , algumas vezes com falta de materiais para trabalho, devemos nos qualificar e implantar novas ideias para nosso setor visando sempre o paciente para que seja tratado de melhor forma possível e que sua qualidade de vida seja recuperada, com isso todos os profissionais envolvidos devem estar devem estar comprometidos no cuidado dos pacientes. A educação continua também deve ser priorizada dentre os setores de saúde.
ResponderExcluirO filme mostra a vivência dos residentes de em um hospital escasso de recursos (material, pessoal). Com o foco no residente Benjamin, o qual comete um erro pela falta de atenção e material, com consequente óbito de um paciente, sendo coberto pela negligência da equipe do hospital. Observei em muitos momentos além negligência dos profissionais envolvidos, a falta da humanização no atendimento aos idosos, principalmente a um paciente em cuidados paliativos. Sendo assim é de extrema importância a responsabilidade, atenção, humanização, comprometimento e ética com os pacientes e profissionais. Enfermeira Residente Brenda
ResponderExcluirO filme relata a história de Benjamin, que ao entrar em um programa de residência do hospital acaba por se desiludir com a realidade que encontra. Muitos fatos que ocorrem no filme são vivenciados por nós residentes, que ao ingressar na rotina do hospital encontram problemas, déficits do programa e estrutura do hospital e se veem obrigados a encontrar um meio de conseguir desenvolver a sua função da maneira mais humana possível com o que tem, e isso acaba por gerar uma frustração. Muitas vezes vamos errar, e se ocorrer temos que fazer dele um acerto no futuro.
ResponderExcluirA vigilância em saúde consiste em ações direcionadas ao controle da politica de saúde, na prevenção e promoção desta, bem como no controle da saúde da população em geral. A vigilância pode ser epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
ResponderExcluirFernanda Mendes de Souza - Saúde do Idoso.
Análise do filme 'Hipocrates': a trajetória da residência de Benjamin é marcada por acontecimentos que requerem ética profissional, resiliência com a equipe e também atendimento humanitário. A realidade do filme é distante da nossa realidade de residentes, porém a permanente busca pelos atos éticos e humanitários deve ser um objetivo contínuo de todos os residentes e profissionais da saúde.
ResponderExcluirThaine Cristina Garlet - Residente de Intensivismo (Fisioterapia)
O filme retrata a vida de um residente de medicina, que passa por dificuldades em ser acolhido no ambiente hospitalar, devido ser filho de um médico experiente. O residente que se chama Benjamin, passa por situações que o desafiam, tornando a experiência da residência ainda mais difícil. O filme pode ser Relacionando com a experiência que vivemos como residentes dentro do hospital, pois enfrentamos o desafio que é a adaptação numa nova realidade enquanto profissionais que visam um atendimento de qualidade e que devem priorizar um atendimento multiprofissional, muitas vezes enfrentando pressões externas e internas.
ResponderExcluirO tema da aula do dia 16 de maio foi" Possibilidade de Intervenção em Território", nesta ocasião o professor sugeriu que o grupo de dividisse em equipes, e cada equipe recebeu uma folha contendo 4 ocasiões de denuncia realizadas por usuários do sistema de saúde. O presente grupo realizou a leitura e foram listados categorias as quais foram: Ética- negligência, falsificação de dados e preconceito.; Assistência- Falta de médico, sobrecarga de trabalho,abuso de autoridade, demora no atendimento; Humanização- Iatrogenia, demora no atendimento; Gestão: Falta de estrutura. Após feita a listagem dos problemas e suas categorias, foi orientado as equipes a realizar a organização destes de acordo com as hipóteses que levam ao problema e por fim, listar as possíveis soluções para a assistência-Gestão e Humanização.
ResponderExcluirResidentes: Sheyla, Pamella, Axell, Carla, Jéssica T., Fernanda S e Alessandra.
O filme “Hipócrates” é centrado no jovem médico recém formado Benjamin, filho de um dos diretores e médico mais respeitado do hospital. A história acontece durante a residência do jovem durante seis meses, que se depara com dificuldades e medos de inicio de carreira. Com o passar dos dias Benjamin acaba agindo com negligência, o que resulta na morte de um paciente, que mais tarde é acobertado pelo pai. Ao mesmo tempo, tem outro personagem, chamado Abdel, também residente,que diferente do privilegiado Benjamin, procura atuar sempre dentro da ética. No filme são abordados assuntos como negligência, eutanásia, problemas de gestão, ética e até questões raciais. No fim o personagem principal muda de instituição porém apesar do lugar não ser o mesmo, o ambiente continua igual, a cultura continua igual, onde existem muitos que não fazem jus ao juramento de Hipócrates. Penso que problemas relacionados a ética/falta de ética,e favorecimento político são problemas presentes em todo o mundo, visto que o ser humano é um ser suscetível a corrupção e infelizmente não somente nós profissionais, mas o sistema e os usuários saem perdendo. Penso que o que salva isso tudo são aqueles que assim como Abdel tentam trabalhar com o máximo de justiça e ética mesmo com resistência.
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ResponderExcluirO filme Hipócrates retrata com realidade a vivência de um residente, que precisa lidar com vários dilemas éticos, relações interpessoais, diferentes vivências, tomadas de decisões, sempre tentando buscar o melhor para o paciente.
ResponderExcluirAnálise do filme Hipócrates.
ResponderExcluirNo filme é possível observar as dificuldades e inseguranças que o jovem médico enfrenta no início da sua residência e, com o passar do tempo, aprende a lidar com os problemas éticos, interpessoais e atender de forma humanizada os pacientes, mesmo em situação precária, como a falta de recursos básicos para o atendimento. Retrata que é necessário ter muita persistência, responsabilidade e atitude para superar os obstáculos do início da vida profissional.
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ResponderExcluirAnálise do filme Hipócrates :
ResponderExcluirO filme conta a história de Benjamim um médico recém formado que inicia residência em uma hospital de Paris, o mesmo em que sei pai trabalhava. O mesmo tem o desafio de acompanhar um residênte mais velho e com mais experiência. No início o residente se vê obrigado a ter de lidar com dificuldades e inseguranças ocasionados pelo novo desafio. Com o decorrer da história observa se que o mesmo aprende com as vivências, proporcionando um cuidado humanizado, baseado em ética profissional, assim como expõe a persistência de não desistir frente a novos desafios.
O filme demonstra muito do que passamos ao iniciar residência. Os medos, dificuldades, que com o tempo não deixam de existir, porém aprendemos a superar.
Dyena Santos, intensivismo.
Filme Hipócrates
ResponderExcluirO filme apresenta Benjamim, médico que inicia sua residencia em um hospital de Paris, o mesmo em que seu pai trabalha. A residencia diferente do que o residente esperava se mostrou um local com inúmeros desafios, o que acarretou a ele grande insegurança. Ao decorrer do filme são apresentadas inúmeras situações presentes no cotidiano de um residente, as várias experiencias inéditas que são vivenciadas são uma forma de aprendizado colocada a ele, como por exemplo o óbito dentro do hospital. Pode se relacionar a residencia desenvolvida no hospital Regional, pois para muitos é a primeira prática profissional após a formação da graduação e as situações colocadas no cotidiano aparecem de uma forma nova, na qual devemos nos mostrar aptos a responder as demandas diárias de cada setor.
Fernanda Mendes de Souza - Assistente Social da Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso.
O filme relata a história de um médico residente e a sua atuação no ambiente hospitalar, o qual acompanha um residente mais experiente. O mesmo enfrenta situações pertinentes a um início de carreira, com dúvidas, ansiedade, medo, anseio por aprender, vontade de fazer diferente, e com isso, erros e aprendizados. Através de um tratamento humanizado e acolhedor, o residente exerce sua carreira, em um local carente de recursos materiais para à qualidade da assistência, e inclusive vivencia uma situação de imprudência médica.
ResponderExcluirFrente ao exposto no filme, pode-se encontrar no residente, as mesmas situações as quais vivenciamos atualmente como residentes do HURCG. Emoções, ansiedade, insegurança, convívio e trabalho em equipe, crescimento profissional e pessoal, enfim, o enfrentamento é muito semelhante.
Thiane Cristina Wosniak - Enfermagem Obstétrica
O filme Hipócrates conta a história de um rapaz chamado Benjamin, que inicia a residência no hospital em que seu pai trabalha. Lá ele enfrenta diversas dificuldades como: relacionamento com a equipe, pois muitos estão ocupados e não podem dar atenção a ele, outros problemas como a falta de materiais e equipamentos adequados para trabalhar, estrutura física ruim, a falta de recursos humanos adequados. Um certo dia ele ficou responsável pelo atendimento de um paciente, o mesmo referia dores, porém o aparelho de eletrocardiograma estava estragado, deste modo o jovem médico receitou um analgésico ao paciente, no outro dia o paciente estava morto, se ele tivesse feito o eletrocardiograma, poderia ter evitado a morte do paciente com o diagnóstico precoce da patologia do mesmo. O pai de Benjamin tenta encobrir o mesmo, mas várias pessoas o questionam se ele fez ou não o exame. Desta maneira podemos entender que não é fácil trabalhar num hospital onde há toda uma problemática envolvida, o serviço de saúde mal administrado, reflete numa qualidade de atendimento ruim as pessoas, desde a falta de recursos materiais a humanos.
ResponderExcluir** Postando novamente, pois a postagem anterior sumiu.
O que eu entendo por vigilância em saúde, são as práticas de promoção a saúde, prevenção de agravos e danos à saúde coletiva, saúde pública, ações que os profissionais da saúde e pessoas comuns podem desenvolver por meio de atitudes, e atividades simples na comunidade para combater as doenças e o adoecimento causado por elas.
Diego de Lima Moreira e Silva – R1 Enfermagem – Intensivismo.
Análise sobre o filme Hipócrates: O filme se passa em Paris e faz uma síntese sobre a rotina hospitalar de um residente (Benjamin) cujo seu pai é o diretor da instituição. O residente se depara com muitos pacientes para atender e com uma infraestrutura inadequada. Se sente acuado e inseguro diante da equipe que não lhe acolhe bem no primeiro momento, sendo tratado como uma pessoa que tem pouco conhecimento para atuar naquele local. Lidar com a morte, com as diferentes condutas médicas, ser rápido e eficaz nos procedimentos, manter boa relação interpessoal e ter sempre ética são desafios enormes que perpassam na vida desse jovem. Dessa maneira, tem que enfrentar seus medos e inseguranças para encarar os novos desafios que aparecem no seu dia a dia. Esse cenário se mostra muito parecido com a vivência da residência que muitas vezes com a nossa chegada muda a rotina do setor e não somos bem visto pela equipe ali já instalada, o que passa uma imagem de sermos inferiores a eles. Temos que enfrentar uma nova rotina de muitas horas de estudos e atendimentos, sempre pensando no melhor para o paciente. Ter uma boa relação com a equipe também faz toda a diferença para que rotina hospitalar não seja tão exaustiva.
ResponderExcluirThayanna Belinha B. Neves - Fonoaudióloga residente em reabilitação.
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ResponderExcluirSobre o filme Hippocrates o que mais se destacou ao meu ponto de vista foi: O quanto a gestão, gerenciamento, falta de recursos de materiais, numero de profissionais inadequado e consequentemente a sobrecarga fazem a diferença para a assistência de qualidade, com a ausência destes a assistência se torna de má qualidade podendo gerar eventos adversos ao paciente. Fato que é muito comum em muitos hospitais. ( R1 Káriny de Medeiros)
ResponderExcluirO longa chamado “Hipócrates” retrata a vida do jovem Benjamin Barois que ao ingressar no programa de residência do hospital onde seu pai é chefe acaba criando várias expectativas, porém para ele, nada acontece como esperava: com a ausência de seu pai e seu colega residente Abdel. E com o passar do tempo percebe que a vida é bem mais cheia de complicações com a prática.
ResponderExcluir“Hipócrates” mostra um pouco do cotidiano dos médicos em Paris, a dificuldade de se trabalhar em hospitais públicos devido à falta de infraestrutura e à característica sobrecarga de trabalho que levam a possíveis erros médicos, assim como a discussão sobre a eutanásia, a humanização do atendimento e o corporativismo nos hospitais, a burocracia que profissionais estrangeiros enfrentam.
Diante disso, muitos de nós residentes sofremos esse impacto com a tentativa de superarmos nossas expectativas com nosso desempenho para o bem do próximo, visto isso, ainda se torna um tanto difícil devido a habituação com os sistemas de saúde do nosso país.
Axell Timotheo Lima Acioli Lins - Fisioterapeuta R1 Intensivismo
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ResponderExcluirO filme Hippocrates conta a história de Benjamin, um jovem médico residente em um hospital cujas condições são bem precárias. Logo que inicia sua residência, é surpreendido pela morte de um paciente que devido à falta de recurso diagnóstico, nesse caso, um eletrocardiograma, vai a óbito. Porém, ao ser indagado pela esposa do falecido sobre a causa da morte, Benjamin é obrigado a omitir o fato real, sendo protegido pelo seu pai, membro da diretoria do hospital. O filme retrata também sobre os desafios de residentes estrangeiros, os quais moram em alojamentos no próprio hospital. Abdel, um estrangeiro e residente mais experiente que Benjamin, ajuda-o com alguns pacientes. Ele também é o médico de uma senhora que sofre com seu câncer em fase terminal, a qual não conseguiu uma vaga em uma clinica de reabilitação e para aliviar seu sofrimento, Abdel, então, a mantêm sobre infusão de morfina e enfrenta o corpo clínico do hospital que almeja a vaga que ela ocupa, pois a procura por leitos é demasiada e a doença dela não tem cura, somente os cuidados paliativos são necessários, surgindo então um empasse. Por fim, revoltado com os acontecimentos no hospital, o jovem residente apronta um caos para expor a realidade precária do hospital, a falta de infraestrutura e sobrecarga de serviços e acaba sofrendo um acidente que estimula os servidores a se manifestarem.
ResponderExcluirDiante do disposto no filme, minha vivencia como residente do HURCG é diferente da vivida por Benjamin, pois nossa infraestrutura é muito boa. Por outro lado, compartilhamos da mesma inexperiência, mas que, com o passar do tempo, adquirimos e a aperfeiçoamos.
Pamella Françóia- R1 em Intensivismo (Análises Clínicas).
Filme Hipócrates
ResponderExcluirO filme apresenta as dificuldades que, Benjamin, encontra como médico residente recém formado em um hospital público francês. Como muitos de nós, residentes do HU, o personagem tem receio de realizar determinadas ações pela pouca experiência prática e por medo de ter uma ação que vai contra a hierarquia do hospital, por mais que isso seja contra os seus princípios.
O que o filme tenta apresentar é o resgate dos ideais de Benjamin. Por maiores que forem nossas dificuldades, se nosso trabalho for realizado com ética, respeitando o espaço de nossos colegas e respeitando a vontade de nosso paciente, estaremos tranquilos e confiantes para realizar o melhor trabalho, deixando sempre em primeiro lugar a melhora, não só da saúde, mas da qualidade de vida de nosso paciente.
Jackson Luiz Fialkoski Filho - R1 Odontologia - Saúde do Idoso
O filme Hipócrates retrata a história de Benjamin, um jovem residente que inicia em um hospital. Passa por variados dificuldades dentre elas o cansaço, a dificuldade de relacionamento com os profissionais (técnicos e residentes mais antigos), a busca em fazer sempre o melhor, a superação de perdas, a responsabilidade de salvar vidas. Mas mesmo com todas as dificuldades busca ser o melhor e fazer o melhor possível, tomando a conduta correta.
ResponderExcluirNiege Passos
O filme Hipócrates traz a realidade de um residente em um hospital francês. Nele, o personagem principal enfrenta inúmeras situações em que é colocado frente às dificuldades, onde é necessário realizar os atendimentos mesmo em um sistema totalmente precário. É possível trazer a história para os nossos desafios quanto residentes, pois mesmo em um fluxo já instalado, funcionários em rotina já estabelecida, somos colocados em prova para a adaptação nesse ambiente e com os anseios em realizarmos nosso trabalho de forma ética e com a melhor assistência que pode ser prestada ao paciente.
ResponderExcluirFernanda Teleginski
Análise do filme Hipocrates :
ResponderExcluirO filme relata a vivência de um residente em um ambiente hospitalar, mostrando todas as suas dificuldades, sobrecarga de trabalho, aumento de responsabilidade, as inseguranças, dificuldade no relacionamento com a equipe, que o residente Benjamin enfrentou, mais nos como residentes também enfrentamos. Dessa forma como estamos sempre em busca de aprendizado, e tratar o paciente com mais humanização devemos sempre agir com responsabilidade, e muita persistência para enfrentar e agir da melhor forma possível.
Rafaela Spinardi do Amaral
Residente em enfermagem - Saúde do Idoso
ANÁLISE DO FILME HIPOCRATES:
ResponderExcluirO filme relata a história de vida de um jovem médico chamado Benjamin o qual vivencia a experiência da residência e todos os seus desafios, dificuldades e frustrações. No filme diferentes situações acontecem fazendo com que o protagonista se depare com momentos em que se deve tomar decisões e buscar soluções. O filme expõem uma residência difícil, em um hospital onde as situações de trabalho são precárias e excessivas, onde Benjamin sofre com a proteção de seu pai que é membro da diretoria e também luta com a relação profissional x paciente pelo fato da falta de infraestrutura impedir a execução de um cuidado de qualidade. Por fim, Benjamin através de uma série de acontecimentos consegue instigar os servidores a lutarem por melhora no cuidado hospitalar, sendo assim um residente influente, que foi além da rotina conseguindo atuar de forma transformadora no contexto em que estava inserido.
O filme nos instiga a refletir sobre nosso papel dentro da residência não só como profissionais comprometidos com o trabalho mas como profissionais comprometidos também com o pensar/agir, como agentes transformadores somos capazes de ir além da rotina, além da atuação mecânica, onde se possua também um olhar crítico, um olhar atento ao contexto em que os pacientes e profissionais estão inseridos, onde através da nossa atuação sejam garantidos diariamente todos os direitos descritos em lei . No filme o hospital oferecia uma estrutura precária e frágil, nossa realidade é de um hospital novo, projetado pra que tenha suporte suficiente pra receber estudantes dispostos a aprender, então enfrentemos as dificuldades de cada dia e busquemos vivenciar experiências que ensinem, e que antes de tudo, sejamos profissionais pensantes os quais influenciam e transformam.
VIGILÂNCIA EM SAÚDE:
ResponderExcluirNo campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos em cada lugar e em cada época e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
Raiana A. Aleixo - Assistente Social Intensivista.
“Hipócrates” relata a história de Benjamin, médico de apenas 23 anos que inicia sua residência em um hospital onde seu pai faz parte da administração. Ele se depara com problemas como a responsabilidade de ser um ótimo médico e seguir o negócio da família, a inexperiência, problemas de relacionamento com os colegas e também a precariedade dos serviços, como por exemplo, ter de atender a 18 pacientes por dia. Diante de tantos problemas ele se encontra numa situação em que deveria ter realizado um eletrocardiograma em um paciente, e não o fez, apenas receitou um analgésico, resultando na morte do mesmo no dia seguinte. Benjamin é encoberto pelo pai, mas as frequentes dúvidas da viúva e o olhar julgoso de seu amigo Abdel (outro residente, porém, mais experiente e humanista) o fazem entrar em conflito consigo mesmo.
ResponderExcluirDiante do filme nos colocamos no lugar do personagem como residentes com pouca experiência e confiança, porém, creio que o aprendizado ocorre de forma natural ao longo do tempo. Para isso, o comprometimento e a ética são essenciais.
Benjamin é residente no mesmo hospital que seu pai trabalha. Um dia, ao ser chamado no plantão, ele atende um paciente. Porém ele precisava de um exame mas não havia como fazer devido ao aparelho necessário estar quebrado, Benjamin apenas receita um analgésico. No dia seguinte, ao chegar ao hospital, descobre que o paciente morreu. Triste pela notícia, ele é protegido pelo pai, que divulga a todos que o filho havia feito o tal exame. Esta situação atinge Benjamin, especialmente quando precisa lidar com outro residente, que veio de outro país e mora em um alojamento no próprio hospital. Mostrando assim a dificuldade q se encontra na gestão do hospital.
ResponderExcluirResidência multiprofissional em saúde: A busca pela integralidade
ResponderExcluirResidência multiprofissional em saúde: tem valido a pena?
Grupo: topzera
Fernanda
Alessandra
Pamella
Jessyca
Axell
Carla
Sheyla
Artigos:
ResponderExcluirhttp://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-790012
A HUMANIZAÇÃO DA ATENÇÃO NOS SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA QUESTÃO DE CUIDADO
http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/psi-49533
PAPEL DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE NA POLÍTICA DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR
Grupo FOFES (Sabrina, Dyena, Guilherme, Ana Clara, Camila Biasi, Raiana e Katlen)
http://www.scielo.br/pdf/%0D/pe/v11n2/v11n2a10.pdf
ResponderExcluirhttp://portal.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/profissional-da-saude/grupo-tecnico-de-acoes-estrategicas-gtae/saude-da-pessoa-idosa/condicoes-cronicas-nao-transmissiveis/integralidade_na_assistencia_a_saude_a_organizacao_das_linhas_do_cuidado.pdf
Brenda, Fernanda Mendes, Francielly Geronimo, Nelcimara, Niege, Rafaela.
http://www.scielo.br/pdf/%0D/pe/v11n2/v11n2a10.pdf
ResponderExcluirhttp://portal.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/profissional-da-saude/grupo-tecnico-de-acoes-estrategicas-gtae/saude-da-pessoa-idosa/condicoes-cronicas-nao-transmissiveis/integralidade_na_assistencia_a_saude_a_organizacao_das_linhas_do_cuidado.pdf
Brenda, Fernanda Mendes, Francielly Geronimo, Nelcimara, Niege, Rafaela.
O filme Hipócrates consegue transmitir parte do que vivenciamos no HURCG e problemas que também são frequentes na maioria dos outros Hospitais ou nas Unidades Básicas de Saúde. Como por exemplo, a mudança da rotina, colocação do conteúdo teórico em prática, compromisso ético com o paciente e demais profissionais, a dificuldade na adaptação ao novo ambiente e equipe de trabalho, precariedade na infraestrutura e falta de recursos.
ResponderExcluirFrancielly Geronimo
R1 Intensivismo Farmácia/Análises Clínicas
Artigos:
ResponderExcluir- Fenomenologia, humanização e promoção da saúde: uma proposta de articulação;
- Gestão da humanização das práticas de saúde: o caso do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Marjory; Thayanna; Bruno; Karine; Mariana; Jéssica.
A aula ministrada no dia 09 de maio de 2017, teve como objetivo de nos fazer refletir a respeito de criticas. O trabalho foi desenvolvido através de um questionário aplicado, onde continham 10 alternativas, nas quais deveríamos escolher o grau de importância das mesmas, sendo a 1 a mais importante e a 10 com menos relevância. Sendo assim, nos reunimos em grupos de diversidade, nomeamos o grupo de acordo com a nossa escolha e iniciamos a atividade. No primeiro momento, cada membro do grupo realizou a atividade individualmente pontuando as questões de acordo com sua vontade e seus conhecimentos. Logo após o término deste momento, o professor foi perguntando a sala, quais eram os números colocados em cada item, e assim, respondemos levantando as mãos, enquanto ele ia anotando. No segundo momento foi nos dado um novo questionário, sendo que agora, deveria ser elencado o nível de prioridade de acordo com as vontades e conhecimentos do grupo, e assim o fizemos. Por fim, elegemos um representante de cada grupo para que pudesse ser feito uma roda de debate, a fim de saber os itens prioritários defendidos pelos grupos, a cada item citado o integrante tinha o direito de argumentar sobre a razão pela qual foi escolhido o nível de prioridade do item, e os demais componentes da roda que não concordassem, poderiam também expressar sua opinião. Ao final do estudo foi concluído que grande parte dos residentes entende que ter cuidado é o mais importante na hora de realizar criticas.
ResponderExcluirGrupo Multi: Alessandra Martins, Cristiane Barbosa, Camila Woicizack, Daniele Almeida, Franciele Selonke, Leonardo Athayde, Thaine Garlet .
A vigilância em saúde propõe práticas de prevenção de doenças e agravos, e atenção e promoção a saúde, sendo também um meio de fiscalização e investigação para verificar a efetividade das ações e as demandas de cada setor. A mesma se distribui em: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
ResponderExcluirSucintamente, a vigilância epidemiológica trabalha com doenças de notificadas e investiga os fatores correlatos a epidemias, e posteriormente formulando medidas para controlar tais doenças. Já a ambiental cuida do setor dos ambientes físico e psicossocial, trabalhando especificamente com os fatores ambientais que influenciam negativamente na saúde da população. O trabalho de vigilância sanitária tem como objetivo fiscalizar os serviços inerentes a saúde e os processos de produção dos bens de consumo que podem acarretar prejuízos a saúde do trabalhador e meio ambiente. Quanto a saúde do trabalhador, os mesmo se dedica a realizar estudos, ações preventivas, assistenciais e fiscalização de meios nocivos a saúde do trabalhador.
Alessandra Rodrigues Martins - Enfermeira R1 em Saúde do Idoso.
ANALISE FILME HIPPOCRÁTES
ResponderExcluirO longa francês traz em debate o tema saúde pública e os aspectos e entraves inerentes a ele. Isso ocorre por meio de Benjamin, um jovem médico residente que se depara com diversas situações que dificultam e muitas vezes impossibilitam sua atuação enquanto residente, causando danos à saúde dos pacientes e o levando a criar falsas histórias para sair ileso dos erros que cometeu e dar falsas esperanças aos pacientes. Os fatos ocorridos vão minando a autoconfiança de Benjamin. Por fim, após um acidente sofrido por Benjamim, o mesmo resolve mudar de residência, no entanto, o filme nos traz a ideia que a realidade desse novo hospital não será muito diferente do anterior. O filme traz a tona uma realidade presenciada muitas vezes por nós, logicamente não na mesma escala, mas alguns aspectos nos remete a semelhança em ser residente no Brasil, pois muitas vezes nos deparamos com a falta de recursos e dificuldade de relacionamento interpessoal. Portanto, o filme nos faz despertar para realidade de muitos hospitais e refletir sobre o que podemos fazer mesmo em meio à situações adversas.
Alessandra Rodrigues Martins - Enfermeira R1 Saúde do Idoso.
Para vencer os desafios de uma assistência integral é necessário reorganizar o processo de trabalho, atos, rotinas, fluxos e procedimentos. O cuidado inicia-se na atenção primária o qual irá realizar ações de prevenção, promoção e recuperação como também as orientações necessárias sobre os seus direitos de tal modo a olhar cada paciente em sua especificidade, sua história de vida. É de extrema importância o cuidar de maneira multiprofissional com troca de saberes e diálogo entre os profissionais envolvidos com o objetivo de atender o paciente como um todo. Buscando um atendimento humanizado, primeiramente faz se necessário o profissional estar bem consigo mesmo. Neste processo de humanização o diálogo é essencial como também reconhecer todos os sujeitos inseridos na produção em saúde. Por fim, conclui-se que a proposta de humanização visa a melhoria da qualidade do atendimento ao o usuário e às condições de trabalho para os profissionais.
ResponderExcluirResidentes: Brenda, Fernanda Mendes, Francielly Gerônimo, Nelcimara, Niege Passos e Rafaela S. do Amaral.
Na aula do dia 13, foi realizada a apresentação das sínteses dos artigos que os alunos escolheram, correlacionando os artigos com os problemas que havíamos constatado na outra aula sobre a gestão, humanização e assistência hospitalar. Dos nossos artigos nós fizemos a seguinte síntese: a assistência ao paciente, a humanização torna-se essencial para qualificar o atendimento em saúde. Aspectos relacionados a comunicação, a ética profissional, a responsabilidade, ao acolhimento, entre outros itens interferem positivamente no processo de assistência a saúde do paciente e também de suas famílias. Na realidade do HURCG, principalmente por ser um Hospital Universitário, a humanização na forma de atendimento precisa ser efetivada como uma prática rotineira, visto que se constitui em um espaço de formação e pesquisa, necessitando de uma prática integral, com atuação da equipe multiprofissional, atuando conjuntamente no atendimento das demandas dos pacientes e suas famílias, sendo necessário considerar o sujeito como um todo, com várias necessidades e inserido em diversos contextos que podem interferir no processo saúde-doença. Além disso, a gestão precisa entender e compreender a importância da humanização nas práticas de saúde para que articule e proporcione aos seus profissionais, educação continuada e recursos necessários para efetivar uma prática que considere o paciente como protagonista no seu processo saúde-doença.
ResponderExcluirNa aula do dia 27/06 foi apresentado pelos residentes a proposta de intervenção no HU sobre um vídeo com o tema de humanização a ser passado em televisões no interior do HU. Em seguida, foi proposta uma atividade pelo professor, denominada de sala de espera, na qual cada residente ficou responsável em realizar essa intervenção em algum espaço do HU no período da aula e posteriormente relatar a experiência para a turma. A atividade proporcionou que os residentes tivessem maior contato com pacientes e acompanhantes, conhecendo suas histórias e realizando uma forma de acolhimento.
ResponderExcluirMarjory Rueda.
Na aula do dia 27/6, o professor nos propôs a atividade de sala de espera, a fim de nos aproximarmos dos pacientes através dos seus relatos.
ResponderExcluirO senhor o qual conversei encontrava-se no Ambulatório, aguardando consulta de um médico otorrinolaringologista para o filho, de 4 anos. O menino tem problemas no ouvido há bastante tempo e uma cirurgia havia sido agendada para corrigi-los.
Como a sintomatologia tinha sido momentaneamente resolvido, a cirurgia foi cancelada. Agora que o quadro se agravou, o médico faria uma avaliação para verificar a necessidade do reagendamento da cirurgia.
Ele relatou estar muito preocupado com a criança, e sua feição demonstrava ansiedade. Eles não dormiam há três dias e, depois de muitas lágrimas do menino, vieram de Carambeí muito cedo para a consulta.
Essa foi uma estragégia aplicada a todo hospital no período da aula, mas que pode ser realizada a qualquer instante (e em qualquer local). O fator mais interessante é sentir despertar a empatia pelo paciente.
Sabrina Brigola
Residente em Intensivismo - Odontologia
Aula 27/06
ResponderExcluirConforme sugestão do professor, realizamos atividade de sala de espera. O intuito era de conhecer um pouco da realidade dos pacientes e suas histórias.
A senhora que eu conversei, estava acompanhando o filho "surdo e mudo" de 42 anos na consulta médica. A mesma informou que o filho toma medicamento para dormir pois durante a noite o filho fica "falando". Ela relatou que o atendimento do hospital é muito bom, porém demora um pouco.
Thiane C. Wosniak
R1 enfermagem obstétrica
A atividade de sala de espera foi bem significativa, pois foi possível conhecer um pouco mais nossos pacientes, as dificuldades que encontram para chegar e passar o dia no hospital. O paciente que conversei veio de Irati, saiu de casa as 3 horas da manhã, para vir de ônibus com seu filho, para uma consulta com o anestesista, para cirurgia de fimose do filho. Relatou da dificuldade em relação a alimentação, já que ficariam o dia todo no hospital.
ResponderExcluirMariana Vettorazzi
Farmacêuica residente - intensivismo
Na última terça feira, dia 27/06/2017, o professor nos apresentou como proposta de atividade a “sala de espera”. Nessa atividade, tínhamos que sentar ao lado de um paciente e começar a conversar, sem nos identificarmos como residentes. Na minha “sala de espera” fui a maternidade e sentei ao lado de uma mulher que logo foi chamada para consulta não obtendo sucesso. Já a outra paciente que estava ao lado não foi de muitas palavras, conversou pouco e apenas relatou que estava sentada a muito tempo ali. Apesar de não ter conversado muito com as pessoas na qual selecionei, foi bem legar essa experiência na qual não tinha conhecimento. Foi bom também escutar o relato dos outros residentes que na maioria encontraram pessoas simpáticas e dispostas a conversar.
ResponderExcluirThayanna Belinha B. Neves
Residente do Programa de Reabilitação - Fonoaudiologia.
Na última aula (27/09/2017) foi solicitado que os alunos fizessem a atividade intitulada "Sala de Espera", onde deveríamos sentarmos ao lado de um paciente, como se fôssemos um também e conversar para entender a realidade dele, a partir de outra visão. Na minha "Sala de Espera", conheci uma paciente que estava na recepção do setor de imagem do hospital, aguardando o resultado do exame da Ressonância Magnética de sua coluna para analisar se havia algum comprometimento da medula ou alguma hérnia de disco. Ela estava aguardando lá junto com seu esposo a um tempo de mais ou menos 1h. Não estava tão apreensiva, porém notava-se claramente um desconforto quanto a passar muito tempo sentada. Eles não conheciam muito bem o hospital, mas tinham gostado da estrutura do mesmo. Foi uma experiência construtiva, principalmente quanto a nos sentirmos no lugar daqueles que cuidamos, uma vez que nem sempre paramos para pensar em como deve ser ruim estar naquela situação.
ResponderExcluirAxell Timotheo Lima Acioli Lins - Fisioterapeuta
Residente de Intensivismo
Inicialmente professor havia proposto uma atividade para conscientização da Humanização no SUS. Em aula, o professor propôs uma atividade de sala de espera no HURCG, na qual os residentes teriam que realizar uma escuta qualificada com algum paciente do hospital sem se identificar.
ResponderExcluirA atividade proposta foi realizada por mim, em dupla com a assistente Social Daniele Ap. de Almeida. Realizamos a escuta qualificada com duas pessoas.
A primeira era uma senhora que aguardava seu filho Samuel sair de um processo cirurgico. O paciente do município de Ponta Grossa, de 17 anos, na sexta-feira (23/06) havia caído de skate e machucou o punho, necessitando deste modo de cirurgia.
O segundo paciente, uma senhora do município de Guaramiranga, que veio para uma consulta com especialista em otorrinolaringologia, sua primeira consulta no HURCG no ambulatório do hospital, sua consulta era em razão de dores frequentes de garganta. A paciente tem um filho de 6 anos que frequenta um Centro de Educação Infantil de sua cidade.
Residentes:
- FERNANDA MENDES DE SOUZA - Assistente Social residente em Saúde do Idoso;
- DANIELE APARECIDA DE ALMEIDA - Assistente Social residente em Saúde do Idoso.